O exercício faz mal para o joelho? Trabalha só as pernas? Personal Trainer da Academia Gaviões 24h responde às principais dúvidas

Descubra os mitos e verdades sobre o agachamento

Mexer o corpo está na moda, e ainda bem! Segundo pesquisa do Datafolha de 2025, realizada com pessoas de 16 anos ou mais em 113 municípios do país, a caminhada lidera entre as atividades físicas dos brasileiros que se exercitam, citada por 25%, seguida pela musculação, com 13%. Ou seja, a turma está saindo do sofá, e isso já merece aplausos. Essa corrente em busca de saudabilidade também gera dúvidas em torno dos movimentos funcionais e, neste caso, o agachamento está no topo da lista.

De acordo com Anderson Teu, personal trainer da Academia Gaviões 24h, rede pioneira no modelo de funcionamento 24 horas no Brasil, o exercício é considerado o mais completo porque trabalha vários grupos musculares ao mesmo tempo, como quadríceps, glúteos, posteriores, abdômen e lombar, além de melhorar mobilidade, equilíbrio e estabilidade. “O agachamento é um movimento anatômico natural presente no dia a dia, como sentar e levantar de uma cadeira, e por isso seu fortalecimento melhora a autonomia e a qualidade de vida em todas as idades”, explica.

Com a possibilidade de ser executado em diferentes variações e para diversas finalidades, o educador físico destaca mitos e verdades a respeito do agachamento:

1. Agachamento prejudica o joelho? Mito.
“O agachamento não é um vilão. O movimento serve justamente para fortalecer os músculos das pernas e criar uma espécie de proteção natural para os ossos e articulações do joelho, preparando o corpo para absorver melhor os impactos da rotina. Agachar só se torna um problema quando a pessoa faz a execução errada, com carga inadequada ou sem supervisão técnica, expondo o corpo a riscos desnecessários”, esclarece Anderson.

2. A técnica importa mais do que colocar muito peso? Verdade.
“A carga deve ser compatível com a capacidade de executar o movimento com controle. Aumentar o peso progressivamente é mais apropriado do que sacrificar a execução para levantar mais. O crescimento muscular, denominado hipertrofia, depende de um estímulo bem direcionado ao músculo, e isso só acontece quando o movimento é feito corretamente. Com a técnica ruim, o esforço se espalha para outras regiões e o risco de lesão aumenta”, pontua.

3. Agachamento trabalha só as pernas? Mito.
“Mesmo focado nos membros inferiores, o agachamento exige bastante do abdômen e das costas, que atuam como estabilizadores da coluna durante todo o movimento. Por isso, o exercício também contribui para a postura e para o fortalecimento do core”, destaca.

4. A técnica ajuda no aumento dos glúteos? Verdade.
“Uma boa execução aumenta a eficiência do exercício e contribui para estimular os glúteos. Fatores como a profundidade do movimento, o posicionamento dos pés e o controle na subida e na descida fazem diferença na ativação da musculatura. Aliada à progressão de carga, à alimentação adequada e ao descanso, a técnica correta favorece o ganho de massa muscular na região”, conclui o profissional.

Para quem está começando, o ideal é buscar a orientação de um profissional de educação física, que poderá avaliar a mobilidade, ajustar a técnica e indicar a variação mais adequada ao objetivo de cada pessoa, seja fortalecimento, reabilitação ou ganho de massa muscular.

Sobre Academia Gaviões 24h

Com mais de cinco décadas de trajetória, a Academia Gaviões 24h é pioneira no modelo de funcionamento 24 horas no Brasil. Presente no franchising desde 2019, a rede conta com mais de 120 unidades em operação, atende cerca de 400 mil alunos e vem estruturando um modelo de expansão baseado em governança, inteligência de mercado e sustentabilidade financeira. Com foco em regiões estratégicas do Brasil e avanço internacional, a marca se posiciona como uma plataforma de investimento no segmento fitness, com operação validada e suporte especializado ao franqueado. As unidades seguem um padrão operacional que integra equipamentos de alta performance, portfólio completo de aulas e uma jornada de atendimento orientada à retenção e à experiência do aluno.

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CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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