Mães de Pernambuco abre 2.621 novas vagas para benefício mensal de R$ 300

Confirmações seguem até 24 de novembro ou enquanto houver vagas disponíveis

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS), abriu nesta terça-feira (27) um novo ciclo de confirmações do Programa Mães de Pernambuco. Ao todo, são 2.621 vagas para mulheres que atendam aos critérios da iniciativa, que garante um benefício mensal de R$ 300.

Para participar, é necessário morar em Pernambuco, ser a responsável familiar, estar com o Cadastro Único atualizado e receber o Bolsa Família. Também é preciso não ter vínculo empregatício formal e ser gestante ou mãe ou responsável por criança de até seis anos.

As interessadas devem acessar o site www.maesdepernambuco.pe.gov.br e informar o CPF e a data de nascimento para consultar se atendem aos critérios do programa. As confirmações seguem até 24 de novembro ou enquanto houver vagas disponíveis. Após a consulta, o sistema informará se a mulher está apta a participar ou se ficará em lista de espera.

Desde 2024, o Mães de Pernambuco já beneficiou mais de 157 mil mulheres. O programa contabiliza R$ 867,4 milhões pagos desde o início da iniciativa, sendo R$ 299,8 milhões em 2026.

Para a secretária executiva de Assistência Social, Andreza Pacheco, a abertura de um novo ciclo permite que mais mulheres tenham acesso ao benefício. “Cada novo ciclo do Mães de Pernambuco é uma oportunidade de ampliar o apoio às mulheres e às suas famílias. Esse recurso contribui para a renda familiar e ajuda a garantir melhores condições de cuidado para as crianças, especialmente na primeira infância”, destacou.

Dúvidas podem ser esclarecidas com a Ouvidoria Social da SAS, pelo e-mail ouvidoria@sas.pe.gov.br ou pelo WhatsApp (81) 98494-1298. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. As interessadas também podem procurar o CRAS ou o CREAS de referência do município para receber orientações.

Foto: Raissa Maria/SAS

CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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