Com Renato Góes, suspense “Macabro” estreia no Canal Brasil na noite de Halloween

Inspirado em um caso real de assassinatos na Serra dos Órgãos, thriller dirigido por Marcos Prado acompanha uma investigação marcada por violência, suspeitas e racismo

Na noite de Halloween, sábado, dia 31 de outubro, às 22h, o Canal Brasil estreia “Macabro, longa-metragem de ficção inspirado na história dos chamados “Irmãos Necrófilos”, dois jovens acusados de cometer assassinatos na região da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, durante a década de 1990. Protagonizado por Renato Góes e dirigido por Marcos Botelho Prado, o filme combina suspense policial e crítica social ao abordar os desdobramentos de uma investigação atravessada por preconceitos e tensões sociais. O elenco conta ainda com Amanda Grimaldi, Guilherme Ferraz, Diego Francisco e Eduardo Tomaz.

A trama acompanha o sargento Teo, que parte em busca dos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. Enquanto a população, a imprensa e a própria polícia local tratam os irmãos como culpados, o investigador começa a questionar a responsabilidade de um deles nos crimes. A apuração também revela marcas históricas de discriminação racial na região, colocando em evidência como o racismo pode alimentar outras formas de violência.

“Macabro” foi premiado como Melhor Filme na categoria Dark Matters do Austin Film Festival, nos Estados Unidos, em 2019, e recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Público no Brooklyn Film Festival, em 2020. O longa também integrou a programação do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, ambos em 2019.

Macabro (2019) (97’) – Estreia 

Horário: Sábado, dia 31/10, às 22h

Classificação: 16 anos

Direção: Marcos Botelho Prado

Sinopse: Macabro é um longa-metragem de ficção baseado na história real dos “Irmãos Necrófilos”, dois jovens irmãos que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos na Serra dos Órgãos. O thriller de suspense segue o sargento Teo em sua busca pelos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. Enquanto a população, a imprensa e a polícia local condenam os irmãos, Teo percebe que um deles pode ser inocente e que a sociedade local revela um padrão histórico de abuso racial, tendo o racismo como uma realidade tão violenta quanto os crimes em série.

Renato Góes integra o elenco de “Macabro”. Fotos: Divulgação

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CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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