Banda Sinfônica do Recife celebra 68 anos de atividades em concerto gratuito nesta quarta-feira

Apresentação, oferecida pela Prefeitura do Recife, será no Teatro do Parque, a partir das 20h, com frevo, maracatu, baião, mambo, trilhas de cinema e música erudita no repertório. Os ingressos começam a ser distribuídos a partir das 19h

Para celebrar os 68 anos de atividades, acordes e repertórios inspirados, que completou no último dia 7 de outubro, a Banda Sinfônica do Recife apresenta concerto especial nesta quarta-feira (28), a partir das 20h, no Teatro do Parque, com acesso gratuito e ingressos distribuídos na bilheteria do teatro, a partir das 19h.

Com regência do maestro Fabiano André, o concerto festivo, oferecido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, contará com oito peças, que confirmam o ecletismo e a elegância dos repertórios da Banda, contemplando desde frevo, maracatu, baião e mambo a trilhas de cinema e música erudita.

A apresentação começará com as peças “Canzona per Sonare Nº2”, de Giovanni Gabrieli, e “Abram’s Pursuit”, de David R. Holsinger, seguidas pelo medley cinematográfico “Deadpool’s List”, com arranjo de Carol Brittin Chambers, incluindo as músicas “Like a Prayer”, “Iris”, “Angel of the Morning”, “Bye Bye Bye” e “Take on Me”.

Em seguida, a Banda celebrará, com o solista George André, as raízes rítmicas e culturais do Nordeste, com a execução da “Suíte Nordestina”, passeando pela obra do Maestro Duda, em quatro movimentos: “I – Lento e Baião”, “II – Serenata”, “III – Maracatu” e “IV – Frevo”.

Também levam a assinatura musical de Duda, que já foi regente da Banda, a quinta e a sexta peças do concerto: “Doce de Coco”, que marca o encontro dele nos arranjos com Pixinguinha na composição; e “Música para Metais Nº1”, composta pelo maestro, considerado um dos mais maiores nomes do frevo pernambucano, que terá como solistas Adriano Lima (trompa) e Nilsinho Amarantes (trombone).

“Afro-amero”, de Phil Faini, e “El Cumbanchero”, de Rafael Hernandez, encerram a festa da Banda, que celebrará com todas as músicas do mundo duas quase sete décadas de palcos e aplausos.

Sobre a Banda Sinfônica – Fundada no dia 7 de outubro de 1958, a Banda Sinfônica do Recife, que começou com um efetivo de 34 músicos, apresentou-se pela primeira vez no dia 24 de dezembro daquele mesmo ano, no Sítio Trindade.  Nestas seis décadas de atividades, já teve grandes músicos como regentes, como Geraldo Menucci, o primeiro, Lourival Oliveira, Antônio Albuquerque, Luiz Caetano, José Genuíno, Júlio Rocha, Ademir Araújo, Edson Rodrigues, Ricardo Normando e Maestro Duda. Atualmente, a Banda está sob a regência temporária do maestro Fabiano André.

Fotos: Marcos Pastich/Arquivo PCR

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CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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