Parque 18 de Maio tem aprovação dos feirantes e consumidores, estacionamentos como prioridade e calendário mantido somente nas quintas-feiras neste fim de ano, revela pesquisa

A Prefeitura de Caruaru, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Economia Criativa (Sedetec), realizou uma pesquisa de opinião com 500 entrevistados para avaliar a percepção de feirantes e consumidores sobre o Parque 18 de Maio. O levantamento aponta um cenário positivo, com 73,8% de aprovação, além de identificar as principais demandas de quem trabalha e frequenta o espaço. A maior necessidade apontada tanto por feirantes quanto por consumidores foi a ampliação das vagas de estacionamento.

Desde 2022 o prefeito Rodrigo Pinheiro vem investindo no parque 18 de maio fortalecendo a estrutura, onde já entregou a ampliação e requalificação de dois estacionamentos, o do Machadinho e o da Viúva, e ainda prevê a organização de novos espaços para oferecer mais comodidade a quem frequenta as feiras do Parque 18 de maio. Além disso, a implantação do Polo Gastronômico, a melhoria na ordem pública, os novos mercados públicos de carne e farinha e as parcerias com os governo do estado e federal, a exemplo da execução das cobertas no parque 18 de maio executadas pelo Governo do estado.

A pesquisa também avaliou a possibilidade de ampliar o funcionamento das feiras de fim de ano aos domingos, além das tradicionais quintas-feiras. Entre os feirantes entrevistados, 51,6% foram contrários à realização de dias extras, enquanto 41,8% afirmaram que não trabalhariam aos domingos, por exemplo.

“Estamos investindo no Parque 18 de Maio porque sabemos da sua importância para a economia e para a história de Caruaru. Nosso compromisso é continuar avançando, ouvindo quem trabalha e quem compra na feira, para oferecer cada vez mais estrutura, conforto e oportunidades. E para ratificar nosso compromisso e diálogo com todos, as feiras de final de ano permanecerão nas quintas-feiras como preferiram os feirantes”, destacou o prefeito Rodrigo Pinheiro.

“A feira é nosso sustento e é importante que as melhorias continuem acontecendo. A gente espera principalmente mais estrutura e melhores condições de estacionamento para os clientes”, afirmou Tereza Morais, feirante.

Fotos: Divulgação/Secom/PMCwww.pernambucoemfoco.com.br https://www.facebook.com/PERNAMBUCOEMFOCO @cafecombirosca @redeéfoco @jpcbiroscando #redeéfoco #jpcobirosca

CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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