Compesa aumenta em 9% a conta de água dos pernambucanos

Reajuste de 8,85% foi homologado pela ARPE e começa a valer imediatamente

RECIFE – A conta de água e esgoto dos pernambucanos ficará 8,85% mais cara. A Agência de Regulação de Pernambuco (ARPE) homologou, nesta terça-feira (3), reajuste de 14,58% nas tarifas dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário operados pela BASA Saneamento Ambiental S.A. (AQUA Pernambuco). Com a aplicação do desconto contratual de 5%, o aumento efetivo será de 8,85%.

A resolução entrou em vigor na data de sua publicação. O reajuste ocorre antes mesmo do início da operação da concessionária privada, que deveria ter começado em 26 de outubro, mas teve o início dos serviços adiado em quatro semanas, com nova previsão de início em 23 de novembro.

O deputado federal Pedro Campos (PSB-PE), empregado público concursado da Compesa, criticou a medida e afirmou que o aumento confirma alertas feitos durante todo o processo de privatização.

“A gente alertou e a conta chegou mais cara para o povo pagar. A tarifa aumenta quase 9%, mas a empresa privada nem começou a trabalhar. A população não pode pagar por decisões mal planejadas pelo Governo do Estado, com uma privatização que encarece a conta sem garantir melhorias no serviço”, afirmou Pedro Campos.

Pedro Campos afirmou que continuará fiscalizando a execução do contrato e cobrando explicações do Governo de Pernambuco e da Compesa. “Não vamos permitir que essa privatização represente dinheiro no bolso das empresas privadas, prejuízo para o patrimônio público e uma conta cada vez mais cara para o povo pernambucano. A população precisa de água de qualidade, tarifa justa e respeito”, concluiu.www.pernambucoemfoco.com.br https://www.facebook.com/PERNAMBUCOEMFOCO @cafecombirosca @redeéfoco @jpcbiroscando #redeéfoco #jpcobirosca

CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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