Leitura ganha força nas escolas, e alunos superam metas em desafio literário

Estímulo à leitura tem sido uma das prioridades das instituições de ensino

Em um momento em que o Brasil enfrenta queda nos índices de leitura, muito por conta da disputa com as telas, iniciativas escolares têm mostrado que o interesse pelos livros continua vivo entre crianças e adolescentes. No Colégio Fazer Crescer (CFC), em especial, o hábito da leitura tem se destacado não apenas dentro da sala de aula, mas também nos corredores, nas bibliotecas e nas atividades pedagógicas que aproximam os estudantes do universo literário.

Quem passa pelas três bibliotecas da escola encontra uma cena cada vez mais rara em tempos de excesso de telas: crianças completamente imersas em histórias, dividindo recomendações, ocupando os espaços para ler, rir, questionar e viajar por diferentes mundos através das palavras.

O incentivo à formação de leitores ganhou ainda mais força com um desafio lançado aos alunos do 5º ano do CFC, denominado “Minhas Leituras na Biblioteca”: preencher um cartão de leitura trimestral. A proposta rapidamente ultrapassou as expectativas da equipe pedagógica. A meta prevista foi não apenas alcançada, mas dobrada em pouco tempo.

 

Entre os destaques, estudantes chegaram à marca de mais de 30 livros lidos no período. Em uma das turmas, metade dos alunos já superou o objetivo estabelecido, demonstrando que o prazer pela leitura tem se tornado protagonista da rotina escolar.

Lavínia Castro foi uma das alunas que superou a marca de 30 livros lidos em um trimestre. “Desde pequena, eu criei o hábito de pegar livros, pois era um passatempo interessante e estimulava a curiosidade Me atraem livros que apresentam um pouco de fantasia, de aventura e também mistério. Eu gosto muito de Harry Potter, Catarina Malaqueta, Uma casa na Padaria, Romeu e Julieta, entre outros”, disse.

DADOS NACIONAIS

O resultado ganha relevância diante do cenário nacional. O Ministério da Cultura e o Ministério da Educação lançaram recentemente o novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que pretende elevar o percentual de leitores no Brasil de 47% para 55% até 2035. A iniciativa surge em resposta aos dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que apontam a perda de cerca de 6,7 milhões de leitores entre 2019 e 2024.

Entre as metas do novo plano estão a criação do Instituto Brasileiro do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas; a ampliação de bibliotecas públicas e comunitárias, especialmente em territórios socialmente vulneráveis; o fortalecimento da leitura crítica, da escrita criativa e da compreensão textual; além do incentivo à produção literária em estados e municípios.

No CFC, esse movimento nacional encontra eco em ações concretas dentro da escola. A tradicional Feira do Livro, por exemplo, transforma o ambiente escolar em um espaço de descoberta, troca de experiências e aproximação afetiva com os livros. O evento mobiliza estudantes, professores e famílias, fortalecendo o entendimento de que a leitura vai além do desempenho acadêmico: ela amplia repertórios, estimula a criatividade, desenvolve senso crítico e fortalece vínculos.

 

“Projeto Minhas Leituras na Biblioteca: Em um mundo de telas brilhantes, o livro físico oferece algo que o digital raramente entrega: a presença. Quando o aluno se importa com o livro, ele está escolhendo a pausa, o toque e a profundidade. Como bibliotecária, sinto-me realizada em saber que aquela semente de curiosidade que foi plantada através da capa do livro ou uma indicação não depende do celular ou conexão Wi-Fi. Não há satisfação maior em ver as crianças interagindo entre si e com o mundo da literatura”, celebrou Dayse Nascimento, bibliotecária do CFC.

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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