Candidata ao TJPE, Renata Berenguer destaca trajetória de liderança e atuação na advocacia pernambucana

Advogada, professora e ex Ouvidora-Geral da OAB-PE, a jurista participa do processo de escolha para a vaga destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional

A abertura oficial da vaga de desembargadora destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) movimenta os bastidores da advocacia pernambucana. Entre os nomes que participam do processo de escolha está o da advogada Renata Berenguer, reconhecida por sua trajetória institucional, acadêmica e profissional.

Com mais de uma década de atuação em espaços de liderança da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), Renata é a única ex-conselheira federal da disputa e entrou para a história ao se tornar a conselheira federal mais jovem da OAB Pernambuco e a mais jovem integrante do Conselho Federal da OAB no triênio 2022-2025.

Ex Ouvidora-Geral da OAB-PE, a advogada também exerceu cargos como diretora e vice-presidente da Escola Superior de Advocacia de Pernambuco (ESA-PE) e diretora do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-PE. Sua atuação é marcada pela defesa das prerrogativas da advocacia, pelo fortalecimento institucional da Ordem e pela valorização da participação feminina em espaços de decisão.

Além da experiência na OAB, Renata construiu carreira na iniciativa privada, com atuação nacional e internacional, em grandes empresas dos setores de segurança privada, construção civil, tecnologia e saúde, desenvolvendo trabalhos em diferentes áreas do Direito, especialmente no Direito Empresarial e no Direito do Trabalho.

Ao longo de sua trajetória, participou de debates voltados ao aperfeiçoamento do sistema de Justiça, à valorização dos honorários advocatícios e à proteção das prerrogativas profissionais, além de defender pautas relacionadas aos direitos das mulheres e ao acesso à Justiça.

“A experiência adquirida ao longo dos anos me permitiu ouvir diferentes realidades e compreender os desafios enfrentados diariamente por quem atua na advocacia. Coloco essa trajetória à disposição da construção de uma Justiça mais humana, eficiente, acessível e sensível às transformações do nosso tempo”, afirma Renata Berenguer.

Com a abertura das inscrições para o processo do Quinto Constitucional, a pré-candidatura de Renata reforça a presença feminina em uma das disputas mais relevantes do sistema de Justiça pernambucano e amplia o debate sobre representatividade, diálogo institucional e modernização do Judiciário.

“Lutar pela advocacia é mais do que um compromisso, é uma das minhas missões. Sempre acreditei que uma advocacia forte se constrói com trabalho, responsabilidade e diálogo. É por isso que me dedico diariamente a contribuir para o fortalecimento da nossa classe e para o aperfeiçoamento das instituições”, complementa.

Reconhecida por seu pioneirismo e pela atuação em cargos estratégicos da OAB, Renata Berenguer figura entre os nomes que devem participar ativamente do processo de escolha para a próxima vaga de desembargadora pelo Quinto Constitucional no Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Mais detalhes sobre o processo seletivo
A vaga do Quinto Constitucional no Tribunal de Justiça de Pernambuco é uma das mais disputadas da advocacia porque representa o ingresso de um advogado ou advogada na magistratura de segundo grau, tornando-se desembargador(a). O instituto está previsto no artigo 94 da Constituição Federal e determina que um quinto das vagas dos tribunais seja preenchido por membros da advocacia e do Ministério Público, como forma de oxigenar o Judiciário com profissionais de diferentes experiências.

No caso da vaga destinada à advocacia em Pernambuco, o processo ocorre em quatro etapas: inscrição dos candidatos na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), votação pela advocacia pernambucana, escolha da lista tríplice pelo Tribunal e nomeação pelo Poder Executivo.

O processo envolve três diferentes colégios de decisão:
Primeira votação: a advocacia pernambucana (advogados e advogadas aptos na OAB-PE) escolhe os seis nomes da lista sêxtupla.
Segunda votação: os desembargadores do Tribunal Pleno do TJPE escolhem três nomes entre os seis indicados pela OAB.
Escolha final: a governadora do Estado nomeia um dos integrantes da lista tríplice. Créditos: divulgação/Carlos Cajueiro

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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