Estrelado por Camille Cottin, drama ‘As Crianças estão Bem’ ganha data de estreia e trailer nacional

Produção francesa dirigida por Nathan Ambrosioni chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de novembro com uma reflexão sobre maternidade e as diferentes formas de constituir uma família

Em uma noite de verão, Suzanne aparece de surpresa na casa da irmã, Jeanne, acompanhada dos dois filhos pequenos, após meses sem contato. Na manhã seguinte, Suzanne desaparece, deixando apenas um bilhete e o pedido para não ser procurada. Ao descobrir que a irmã partiu por vontade própria, Jeanne precisa lidar com o mistério de seu desaparecimento e com a responsabilidade de cuidar dos sobrinhos.

Esta é a trama de “As Crianças estão Bem” (“Les Enfants Vont Bien”), drama escrito e dirigido por Nathan Ambrosioni, que chega aos cinemas no dia 19 de novembro. Aqui, Ambrosioni retoma a parceria com Camille Cottin, protagonista de seu longa anterior, “Eu e a Minha Família”, para abordar a maternidade, a saúde mental feminina e as diferentes configurações familiares. O filme teve sua première no Festival de Karlovy Vary (República Checa), de onde saiu com dois prêmios. A distribuição é da Autoral Filmes.

Ambrosioni conta que se interessou pelo tema a partir de uma peça de teatro sobre um homem que escolhe sumir de sua vida, e deixa sua mãe sozinha. “A partir daí, a ideia de ‘desaparecimento voluntário’ passou a me assombrar. Foi na mesma época em que minha irmã partiu repentinamente para o outro lado do mundo, para a Nova Zelândia”, relembra. “Só mais tarde, quando comecei a escrever, quando a raiva já havia se dissipado, percebi que tinha novamente vontade de falar sobre família”, complementa.

O cineasta explica que essa história tinha que ser sobre personagens femininas. “As mulheres e as crianças são um espaço seguro para mim. Me sinto bem com as atrizes, me sinto mais compreendido. O diálogo é mais fácil”, avalia. “Além disso, para Jeanne, eu queria – sendo eu mesmo queer – uma personagem queer, porque considero importante contar histórias em que isso não seja estigmatizado, mas sim normalizado”, explica. O realizador afirma que nunca imaginou essa história de outra forma, mas sem que a sexualidade fosse questionada ou se tornasse o foco da narrativa.

A crítica especializada ressalta a maturidade do roteiro e a empatia narrativa. A revista Première classifica o longa como “um filme de sensibilidade infinita”. Já o Les Fiches du Cinéma define “As Crianças estão Bem” como uma “crônica familiar de grande sutileza, beneficiada pela atuação excepcional de Camille Cottin”. Um dos consensos entre as avaliações tem sido o trabalho da atriz em transmitir as contradições e os dilemas emocionais de uma mulher diante de uma responsabilidade inesperada.

 

“As Crianças estão Bem” (“Les Enfants Vont Bien”), de Nathan Ambrosioni

Drama | 2025 | 111 minutos | Verifique a classificação indicativa

Estreia no circuito comercial brasileiro: 19 de novembro de 2026

Instagram: @autoral_filmes

As Crianças Estão Bem Trailer Oficial Legendado

 

Ficha técnica

Direção: Nathan Ambrosioni

Roteiro: Nathan Ambrosioni

Elenco: Camille Cottin (Jeanne Manin), Monia Chokri (Nicole), Juliette Armanet (Suzanne Manin), Manoã Varvat (Gaspard), Nina Birman (Margaux) e Guillaume Gouix (Sébastien)

Música: Alexandre de La Baume

Designer de Produção: Clara René

Fotografia: Victor Seguin

Som: Alexandre Hecker, Laurent Benaïm, Olivier Guillaume et Laure-Anne Darras

Edição: Nathan Ambrosioni

Produção: Nicolas Dumont e Hugo Sélignac

Idioma original: Francês

Formato: colorido

 

Sobre a Autoral Filmes

A Autoral Filmes, fundada no início de 2025, teve sua origem através dos sócios do Paradigma Cine Arte, Felipe Didoné e sua mãe, Marize Didoné, que desde 2010 mantém a sala de cinema que é uma instituição cultural em Florianópolis (SC).

A Distribuidora vem do desejo dos sócios de ampliar as atividades no mercado do cinema, replicando na distribuição o mesmo conceito de filmes independentes e de arte que formam seu conceito na exibição.

Como seu nome deixa claro, a Autoral Filmes terá seu foco no cinema de autor e em documentários de arte, focando em produções escolhidas a dedo, tanto nacionais como estrangeiras, prezando sempre a alta qualidade dos filmes.

Para Felipe Didoné, diretor da distribuidora, “a Autoral Filmes é a realização de um sonho, de expandir os horizontes para além da distribuição, mantendo a curadoria elegante que sempre foi o diferencial do Paradigma Cine Arte”.

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CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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