No Dia do Orgulho Nerd, comédia com Fernando Caruso ganha cena exclusiva

“Cansei de Ser Nerd” estreia nesta quinta-feira, 28 de maio, nos cinemas

No Dia do Orgulho Nerd, a comédia “Cansei de Ser Nerd”, dirigida por Gualter Pupo e distribuída pela H2O Films, ganhou uma cena exclusiva com Fernando Caruso e Bia Guedes. No trecho, Aírton, personagem de Caruso, reencontra Juliana, seu antigo amor da faculdade, durante uma festa de sua antiga turma. O momento desperta lembranças das batalhas épicas de RPG vividas pelos dois na juventude. O filme estreia nesta quinta-feira, 28 de maio, nos cinemas.

Fernando Caruso (“Vai Que Cola – O Filme”, “Não Vamos Pagar Nada”), chega aos cinemas com seu primeiro protagonista em “Cansei de Ser Nerd”, uma comédia com toques de ficção científica e suspense. O longa também marca a estreia do premiado diretor de arte Gualter Pupo na direção de longas-metragens.

O filme teve première internacional na 51ª edição do Boston Science Fiction Film Festival, considerado o mais longevo e cultuado festival de cinema de ficção científica das Américas. A produção tem argumento original de Renato Fagundes, que assina o roteiro ao lado de Thaisa Damous, Luiz Noronha e Gualter Pupo.

Na trama, repleta de referências do mundo geek, Caruso interpreta Aírton, um nerd que, nos tempos da faculdade, foi acusado injustamente pelo sumiço e suposto assassinato de uma colega e chegou a ficar preso por 10 dias. Após 20 anos, ele mora com sua mãe Dona Têca (Cissa Guimarães) e tenta curar os traumas do passado. Para isso, ele convence o melhor amigo, Ulisses (Pedro Benevides), a irem à festa de reencontro da turma da graduação para enfrentar todas as suas inseguranças, angústias e fantasmas que assombram seu passado.

Na festa, ele reencontra Juliana (Bia Guedes), seu grande amor da juventude, e também Charles (João Velho), principal responsável pelo bullying que sofreu no passado. Para provar sua inocência e desmascarar os verdadeiros criminosos, Aírton precisará encarar um grupo esquisito e perigoso e, para isso, contará com todo seu conhecimento geek.

Fernando Caruso, nerd de carteirinha, se identifica muito com a produção ao dizer que o personagem é quase um alter ego dele. “A comédia e o humor são ferramentas de socialização que me ajudam muito a participar de conversas, fazer amizades. Airton é exatamente que nem eu, mas sem essas ferramentas. Ele depende muito do núcleo de amigos deles, não sabe interagir com outros grupos. Já eu sei colocar meu lado nerd na manga quando vou conversar com outras pessoas. O Airton não sabe disfarçar nada”, compara.

“‘Cansei de Ser Nerd’ fala sobre um nerd confrontando seus medos e lutando pelo que acredita, é uma comédia romântica sci-fi, que bota pra fora todas as verdades que os nerds nunca tiveram a chance de dizer. É um filme sobre os amantes do universo geek – pessoas estudiosas, curiosas e ávidas por conhecimento, apaixonadas pelo mundo da fantasia seja no cinema, nas histórias em quadrinho, na literatura ou nos games. Normalmente são vistos como introspectivos e tratados como esquisitos”, destaca o diretor Gualter Pupo.

A produção é da Hungryman, Na Paralela Filmes e A Fábrica, em coprodução com a Paramount Pictures e o Telecine. Com distribuição da H2O Films, com a parceria da RioFilme.

 

ENTREVISTAS

Gualter Pupo | Diretor

“Cansei de Ser Nerd” traz muitos elementos do universo geek em sua narrativa. Quais foram suas principais referências?

Eu cresci em uma época em que os filmes de ficção científica ainda eram feitos sem grandes efeitos visuais digitais. Os recursos analógicos eram a base para criar cenas espaciais ou situações fantásticas, e isso sempre me fascinou. É óbvio que eu estava na sessão de cinema quando “Star Wars” estreou, em 1978. Aquilo me encantou. Eu já amava “Star Trek”, “Perdidos no Espaço”, “O Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”, séries dos anos 60 que passavam na TV. Também adorava os desenhos animados, da “Pantera Cor-de-Rosa” a “Jonny Quest”, passando por “Mister Magoo” e “Scooby-Doo”. Meu sonho era trabalhar com Chuck Jones, o criador do Papa-Léguas e do Coiote. Um gênio.

Quando surgiu este projeto, fui abrir o baú onde guardava referências como: Peter Sellers em “Um Convidado Bem Trapalhão” e sua comédia genial; Peter Parker, o Homem-Aranha dos quadrinhos de Stan Lee, e sua vocação para se meter em confusões com inimigos perigosos e de outro mundo; a estética dos filmes Giallo, de Dario Argento; o surrealismo de Alejandro Jodorowsky; o companheirismo dos amigos em “Superbad”; a falta de noção de “Trovão Tropical”; a gaiatice de “O Grande Lebowski”; a gramática fantástica de Edgar Wright; e o cinema estranho de Quentin Dupieux ou Spike Jonze. Essas são algumas das muitas inspirações que me acompanham há anos e que, de alguma maneira, fizeram parte da construção deste filme.

Qual a sua relação com o universo nerd? Trouxe alguma referência pessoal para a história?

“Cansei de ser Nerd” é sobre essas pessoas que passaram a vida sentindo que têm algo preso no peito e precisam colocar para fora suas crenças e convicções. É sobre afirmar que têm orgulho de serem apaixonadas por esse universo. Foi isso que me fez acreditar neste filme: dar propósito, ter a intenção de reconhecer o valor imenso dessa legião de pessoas.

Se formos pensar, hoje, parte das personalidades mais poderosas do planeta são nerds. Isso aconteceu nas últimas décadas; eles vieram para ditar os rumos e vieram para ficar. Não são mais apenas um grupinho ali no canto do pátio da escola. Eu, pessoalmente, não me considero um nerd, mas fui amigo de muitas pessoas com essas qualidades. Sempre admirei o interesse, a paixão e a inteligência delas ao se relacionarem com seus mundos. Aprendi muito. Tenho um carinho muito grande por essas pessoas e pelas memórias que foram produzidas desses encontros.

A partir daí, fui buscar minhas lembranças e experiências para construirmos a narrativa e as características das personagens do filme. Fiz um verdadeiro mergulho nas origens de minhas primeiras inspirações e nos relacionamentos da minha adolescência e época da faculdade, com todos os filmes, gibis, programas de TV, desenhos animados e personagens que permearam minha existência.

Adoro comédia. Comédia original. É um território complexo, mas o desafio me encanta. Por isso, este filme é um mix de gêneros: comédia, ficção científica e suspense, com pitadas de lutas marciais, musical e filme de zumbi. O toque final veio quando convidei Marcus Wagner para contribuir com o conceito do filme. Ele trouxe um conteúdo que ligava todos esses pontos: o game, o toy, o brinquedo. Nerds amam bonecos, jogos, games. O cubo veio como um elo que unia tudo. Desde o cubo mágico, que surgiu nos anos 80, até o mito do cubo: o cubo perfeito, da matemática, da mística, da adoração pela forma perfeita. Jogamos tudo isso num caldeirão que tomou forma e se tornou o nosso filme.

Esse filme marca sua estreia na direção de longas e também é o primeiro protagonista de Fernando Caruso nos cinemas. Como foi trabalhar com ele e viver essa dupla estreia?

Este filme é um projeto que nasceu do desejo de fazer uma parceria da Hungryman com a Fábrica. Tudo começou há 10 anos. O roteiro foi uma ideia de Luiz Noronha e Renato Fagundes. Ao longo desse tempo, amadurecemos essa história em que nosso personagem principal era um nerd clássico, com sua adoração por tudo o que se relaciona com conhecimentos científicos, literários, cinematográficos, mitos, história, fantasia, games e quadrinhos. Ele também carrega os traumas e fantasmas por ter sido vítima de bullying, ter sido colocado de lado e tratado como ‘esquisito’.

Durante o processo, percebemos que o Fernando Caruso era a personificação dessa figura. Ele ama tudo isso; é integrante do fã-clube de Star Wars e já até dublou personagem em “Rebels”. Caruso entrou no projeto lá atrás e foi ele quem deu nome ao filme. Estávamos fazendo a primeira leitura quando ele soltou a frase: ‘Cansei de ser nerd!’. Aí, ele parou e disse: ‘Gente, esse é o título do filme’.

Caruso foi um parceiro fundamental. Ele escreveu a letra da música que canta no filme e o discurso que faz quando resolve colocar todos os seus traumas para fora. É uma coisa muito forte vermos um ator personificar um personagem dessa forma. Essa troca, para mim como diretor, foi preciosa. Pude receber, tanto do Caruso quanto dos outros atores, o melhor que eles tinham para oferecer. E isso se estende a todos os parceiros da equipe. É um prazer enorme ver cada um contribuindo para que cada cena seja executada da melhor forma. Cinema é coletivo. Estar no set de filmagem é um grande evento, e eu amo isso.

Além do cinema, sua carreira é marcada por grandes filmes e campanhas publicitárias. Para você, quais as principais similaridades entre estes formatos audiovisuais? O que trouxe da sua vasta bagagem profissional para o filme? Pode contar um pouco da sua trajetória e da sua experiência em diferentes áreas do mercado?

Eu queria ser pintor. Amo desenhar e trabalhar com as mãos me traz um prazer profundo. Desde criança, sempre fui ligado nisso. Consequentemente, a TV e o cinema foram muito impactantes para mim, principalmente na parte técnica, como as coisas eram feitas. Sempre fui curioso sobre as possibilidades criadas para se contar uma história, seja na animação ou no live-action. O visual sempre esteve muito presente na minha vida.

Quando entrei na faculdade de Design, fui direcionado para o teatro. Lá começou minha trajetória profissional, primeiro como assistente de cenografia. Com poucos recursos, mas muita criatividade, aprendi a contar histórias com meus mestres: Cláudio Torres, Luciano Moura e Hamilton Vaz Pereira. Isso foi no fim dos anos 80.

Depois veio a MTV. O videoclipe foi a minha escola no audiovisual; lá, experimentamos um bocado. A Conspiração foi minha grande escola. O Cláudio Torres me levou para trabalhar lá e tive a honra de colaborar com toda a turma: José Henrique Fonseca, Arthur Fontes, Lula Buarque, e depois Andrucha Waddington, Breno Silveira, Izabel Jaguaribe, Carol Jabor e Mini Kerti. Uma época incrível. Lá também tive a oportunidade de trabalhar com pós-produção com Fábio Soares, um gênio. Tudo isso como cenógrafo e diretor de arte foi um grande aprendizado. Fizemos muitos projetos grandes e inúmeros filmes de publicidade, um incrível tubo de ensaio para exercitar o labor da cinematografia.

Depois de muitos anos na publicidade, comecei a trabalhar com cinema. Primeiro em filmes menores com o Cláudio e o Andrucha e, depois, com Flávio Tambellini em “Bufo & Spallanzani”. Um presente que recebi desse maravilhoso parceiro, generoso, inteligente e sofisticado. Flávio me deu a oportunidade de criar a atmosfera do filme, que foi lindamente fotografado por Breno Silveira e premiado várias vezes.

Logo em seguida, fiz “Chatô, O Rei do Brasil”. Meu grande trabalho como production designer para o cinema. “Chatô” foi épico. Nossa equipe era imensa, com um trabalho de reconstituição de época incrível e um roteiro ousado. Demorou 18 anos para ficar pronto, mas o mais bacana é que o filme não envelheceu. Acredito que a grande similaridade entre os filmes de publicidade, os videoclipes e o cinema é que, se forem feitos pensando que daqui a 50 anos alguém os assistirá, eles precisam sobreviver — seja na história, na atuação ou na estética. Boas histórias são eternas, ou pelo menos duram bastante tempo.

No começo dos anos 2000, fui convidado a trabalhar com a Hungry Man através do Alex Mehedff. Hoje somos sócios, mas, naquela época, fui colaborador nos filmes publicitários dirigidos pelo nosso sócio americano, Bryan Buckley. Anos depois, parei de fazer direção de arte e iniciei minha carreira como diretor. O suporte da Hungry Man me fez acreditar que tínhamos o potencial não só para fazer filmes publicitários, mas também para abrir caminho pelo entretenimento. Foi assim que dirigi “Terminadores” e “Procurando Casseta & Planeta”, duas séries de comédia. Há 10 anos estamos desenvolvendo projetos de entretenimento, onde atuo também como produtor executivo junto com o Alex e nossos sócios JC Feyer e Mario Diamante.

 

Quais seus próximos projetos?

“Missão 171”, com Maurício Manfrini, é um filme sobre um policial atrapalhado, com toques de comédia nonsense, que se passa durante um voo internacional onde ocorre um assassinato. É uma homenagem a clássicos como “Aperte os Cintos”, “O Piloto Sumiu!”, “Corra que a Polícia Vem Aí”, “Top Gang”, “A Pantera Cor-de-Rosa” e Johnny English.

Também está em fase de pós-produção uma série sobre museus, chamada “Somos Museus”, que trata de temas contemporâneos atravessados pelas instituições museológicas no Brasil. Vamos abordar assuntos como memória, ancestralidade, inovação, diversão e educação, conversando com personalidades que colaboram ou têm relação direta com esses espaços. É um projeto de enorme relevância para o nosso país.”

 

Fernando Caruso | Ator (Aírton)

O Aírton marca seu primeiro protagonista para os cinemas. Como foi a experiência? E como foi o convite para o projeto?

Apesar de realmente ser um marco muito especial na minha carreira, eu confesso que eu estava cercado por tanta gente talentosa, tantos amigos queridos, que não deu pra sentir muita coisa além da diversão e o privilégio de estar com aquelas pessoas o tempo todo. Qualquer possível “peso” de carregar um filme era completamente diluído pela brilhante companhia à minha volta. Acho que eu tinha sorte de poder passar mais tempo com eles. O convite aconteceu há aproximadamente 10 anos antes de começarmos a filmar, em uma leitura na casa do Luiz Noronha, produtor do filme e amigo de adolescência do Gualter. De lá pra cá muita coisa mudou, até o título do filme, mas graças a Deus me mantiveram.

Você é conhecido pela sua conexão com o universo geek. Trouxe referências pessoais para construir o Aírton? Quais foram as suas inspirações?

Curiosamente eu não precisei trazer muitas referências pessoais para o Airton, porque elas já estavam todas lá no texto. Algumas das minhas inspirações foram o próprio Gualter, que na sua direção deixava transbordar um envolvimento muito pessoal com a trama e eu queria fazer jus a isso. Mesmo assim, ele me deu muita liberdade e para acrescentar o que eu quisesse, e eu aproveitei essa liberdade pra ampliar o texto de “desabafo” do Airton, onde ele diz ter “cansado de ser nerd”. Ali eu pude fazer quase um “stand up” em cima do universo nerd e me diverti bastante no processo.

Em sua jornada de redenção, o Aírton conta com a ajuda do seu melhor amigo Ulisses. Como foi trabalhar com o Pedro Benevides para construir a relação entre os dois?

A relação construída com o Bené foi imediata e dura até hoje, considero ele um dos meus maiores amigos da vida e desde as filmagens quero ele comigo sempre que posso em tudo que eu faço. Até minha esposa ficou com um pouco de ciúmes! Mas eu reparei que isso acontece com todo mundo que trabalha com o Bené ou mesmo conversa com ele por cinco minutos. Não vejo a hora de assistir um longa sobre a vida do Bussunda, do Casseta & Planeta, com ele no papel principal.

E como foi trabalhar com Gualter Pupo?

⁠Eu sinto que o Gualter Pupo e eu somos a basicamente a mesma pessoa de gerações com cinco anos de diferença.

O que o público pode esperar do filme?

⁠Algo que eles nunca viram no cinema nacional.

Quais os seus próximos projetos?

No momento eu estou na preparação de outro filme e em seguida vou fazer o musical do Percy Jackson, onde vou interpretar Dionísio, os ensaios começam em agosto, o musical está marcado pra estrear em outubro em São Paulo. Também sigo dando aulas no Tablado e na TV participo do Sem Censura como debatedor ao lado da Cissa Guimarães, que também faz a minha mãe no filme.

Pedro Benevides | Ator (Ulisses)

Como foi a experiência no set “Cansei de Ser Nerd”?

Esse filme foi uma experiência diferente! Eu super me preparei para o teste, com um figurino bacana e, era uma cena em que eu estava comendo bolo, então eu comprei um bolo para fazer a cena. A minha esposa ajudou me dirigindo, ela sempre me dá esse apoio quando me preparo para testes. Foi incrível! O Gualter é um diretor que foi paixão à primeira vista, gostei muito de trabalhar com ele e também com o elenco inteiro. Nós ficamos muito amigos, inclusive fizemos outros trabalhos de teatro para continuar nos encontrando. Gravamos em 2023, então esperamos muito para ver esse filme e estou muito ansioso e feliz em fazer parte dessa história.

Como você descreveria o Ulisses? Quais foram suas referências para construir o personagem?

O Ulisses é aquele parceiraço. Acho que todo mundo tem esse grande amigo, especialmente no meio dos homens. Eu tenho uma piada que diz que o homem faz amizade, ele senta do lado de uma criança, quando tem sete anos na aula e adota aquela pessoa para sempre. Então, esse é o Ulisses, é o parceiro que está do seu lado para tudo. Tem muitas parcerias clássicas assim, por exemplo, o Sheldon e o Leonard, no “The Big Bang Theory”, mas o que mais me inspirou mesmo foi a minha própria vida, os meus grandes amigos, os meus “Ulisses”.

Ulisses tem aquele tipo de comédia que é o adorável perdedor, que é aquele cara que tenta fazer as coisas, não consegue, mas não desiste porque acredita que, no futuro, tudo vai melhorar. Ele não desiste do Aírton mesmo quando Aírton o chama para uma roubada. Ele vai junto, porque é esse lugar da amizade sincera, né? Amizade sincera e verdadeira que, através dos anos, atravessa as fases da vida.

Uma das relações mais bonitas do filme é a amizade entre o Aírton e o Ulisses. Como foi trabalhar com o Caruso para construir essa relação?

Uma das relações mais bonitas do filme é a amizade entre Aírton e Ulisses. Eu já conhecia o Caruso porque ele, para mim, é a personificação da comédia. Já na primeira leitura ele falou que a maior dificuldade dele seria fazer as cenas comigo, porque eu era muito engraçado e ele queria rir. Ouvir isso do Caruso tem um peso incrível para mim. Acho que a amizade entre o Aírton e o Ulisses foi quase um reflexo da química que a gente teve como amigos. Essa amizade saiu da dramaturgia pra vida real porque depois do filme nós ficamos grandes amigos, nos falamos sempre, damos suporte, desabafamos. Eu sei que em qualquer lugar que eu encontro o Caruso agora, eu tenho um amigo ali e vice-versa. Então, se a amizade é uma das relações mais bonitas do filme, eu realmente trouxe isso para a vida, porque a amizade que eu tenho com o Caruso é uma das mais lindas que eu tenho na vida.

Quais os seus próximos projetos?

Atualmente estou gravando a segunda temporada de “Volte Sempre”, programa do Multishow, que deve ser lançado ainda esse ano. Inclusive o Caruso participa dessa temporada! Também fiz outro filme com o Gualter Pupo, “Missão 171”, um filme muito divertido que também tem o Maurício Manfrini. Também tenho um grupo de comédia com o Caruso, a Bia Guedes e a Thais Belchior chamado “Comédia 4K”, que é um grupo de stand up de humor que criamos para continuarmos nos encontrando depois do filme.

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