TRAVESSA “A CARA DO BRASIL” SERÁ INAUGURADA DOMINGO, NO ALTO DO MOURA

Projeto uniu comunidade e iniciativa privada para pintar a rua com as cores da Seleção

Quem passar pelo Alto do Moura neste mês de junho, não vai visitar apenas os ateliês dos artesãos ou aproveitar a programação do São João. É que vizinho à Casa Museu Mestre Vitalino fica a Travessa Jaime Cícero de Aquino, que promete ser a rua mais charmosa e temática de Caruaru referente à Copa do Mundo. Nesse período, a via vai se transformar em Travessa “A Cara do Brasil”, reunindo moradores e visitantes para torcer pela Seleção.

A ideia partiu de Amanda Dilira e Max Motta (Acabra Produções) e Palloma Paulino e Carlos Gomes (Oficina Embuá), com o objetivo de fazer os moradores viverem o clima do Mundial junto com o São João. No local, já funcionam residências e ateliês dedicados à produção de cerâmica, xilogravura e outras expressões da arte popular. Além de ponto de encontro para criação e circulação cultural, a Travessa será ponto de encontro em dias de jogos do Brasil.
Coube a um dos idealizadores e artista visual Max Motta conceber o conceito visual e realizar a coordenação artística, materializada na pintura artística do chão e paredes da rua, juntamente com artistas voluntários e moradores da própria comunidade.

Para tirar a ideia do papel, contaram com o apoio da Comercial Batista e Suvinil com a doação das tintas e insumos necessários para a pintura. “Queremos estar cada vez mais perto das pessoas e puder contribuir diretamente com um projeto tão significativo como este, no coração do Alto do Moura, nos deixa muito felizes. A Suvinil aceitou de pronto a parceria e vamos ter uma rua temática, transbordando arte, para torcermos pelo Brasil. Tenho certeza de que será um novo ponto de encontro para os jogos da nossa Seleção”, destacou Camila Oliveira, diretora da Comercial Batista.

Os trabalhos começaram na última sexta-feira (22) e seguem em ritmo acelerado. A inauguração será no próximo domingo (31), a partir das 10h. “Ao unir arte, formação e participação comunitária, o projeto contribui para a valorização do espaço público, a visibilidade dos ateliês locais e o fortalecimento da economia criativa/cultura popular da região”, ressalta Amanda, da Acabra Produções.

Os jogos da Seleção serão exibidos em telão montado pelo CineClube Cuca Livre, além da realização de oficinas gratuitas de pintura, modelagem em barro e impressão gráfica oferecidas pela própria comunidade durante todo o mês de junho. “Essa mobilização coletiva remete diretamente à histórica tradição brasileira de pintar as ruas em períodos de Copa do Mundo. Ao resgatar essa prática popular, o projeto ativa uma memória afetiva profunda, celebrando o sentimento de união, o patriotismo e o orgulho de pertencer a um lugar”, afirma Palloma, da Oficina Embuá, que tem um ateliê na rua.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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