SHOW “AS AMAZÔNIAS” REÚNE AÍLA, DJUENA TIKUNA E PATRICIA BASTOS NA CAIXA CULTURAL RECIFE

Encontro de vozes do Norte do Brasil une música, imagem e diferentes territórios da Amazônia

As artistas Aíla (PA), Djuena Tikuna (AM) e Patricia Bastos (AP)
(Foto: Andressa Guerra)

Três vozes femininas da Amazônia se encontram no palco da CAIXA Cultural Recife no show “As Amazônias”, nos dias 21, 22, 28 e 29 de agosto (sextas e sábados), às 19h30. As artistas Aíla (PA), Djuena Tikuna (AM) e Patricia Bastos (AP) se unem em uma apresentação que combina música com artes visuais.

Cada artista traz a força de seu território: Patricia Bastos traz os ritmos tradicionais do Amapá, como o marabaixo e o batuque do Curiaú; Djuena Tikuna apresenta cantos em sua língua originária; e Aíla ecoa a música contemporânea do Pará, passando pelo carimbó, o brega e zouk love.

O show conecta trajetórias que atravessam tradições indígenas, matrizes afro-amazônicas e a música contemporânea produzida na região, criando uma experiência audiovisual que aproxima palco, imagem e tecnologia.

No dia 29 de agosto, das 11h às 13h, a cantora, compositora e diretora artística Aíla ministrará uma oficina gratuita voltada para artistas independentes, músicos, produtores culturais, estudantes, pesquisadores e pessoas interessadas em música, gestão cultural e mercado criativo.

A partir da trajetória artística e profissional, ela compartilhará experiências na oficina “Estratégias para Artistas Independentes: Música e Mercado”, na qual propõe uma troca sobre os caminhos possíveis para artistas que atuam de forma independente na música contemporânea e autoral.

As artistas:

Cantora e compositora, Patricia Bastos já concorreu ao Grammy Latino (2017) e é uma das principais vozes da Amazônia brasileira, reconhecida por traduzir em música as sonoridades e narrativas do Amapá.

Multiartista paraense, Aíla é cantora, diretora artística e pesquisadora musical, atua como uma das figuras centrais da música contemporânea produzida na região amazônica, transitando entre o pop do Pará, a música latina e canções “artivistas”. É criadora e diretora artística do espetáculo “As Amazônias”.

Diretamente do Amazonas, Djuena Tikuna traz para o centro do palco a força dos povos originários. Suas composições são cantadas integralmente na língua Tikuna, reafirmando o canto como forma de memória e resistência.

A relação entre as artistas atravessa não apenas a música, mas também experiências compartilhadas em diferentes territórios da região Norte do Brasil, carregando conexões entre os sons, idiomas, trajetórias e diferentes culturas.

Serviço:

[Música] Show “As Amazônias” – Com Aíla (PA), Djuena Tikuna (AM) e Patricia Bastos (AP)

Local: CAIXA Cultural Recife – Av. Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife

Temporada: dias 21, 22, 28 e 29 de agosto de 2026 (sextas e sábados)

Horários: 19h30

Acessibilidade em Libras aos sábados

Classificação: Livre

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada, para clientes CAIXA e casos previstos em Lei)
Vendas a partir do dia 14/08, às 12h, na bilheteria virtual em link disponível no site CAIXA Cultural

Acesso para pessoas com deficiência

Informações: Instagram @caixaculturalrecife | Site CAIXA Cultural

Patrocínio: CAIXA

As artistas Aíla (PA), Djuena Tikuna (AM) e Patricia Bastos (AP)
(Foto: Andressa Guerra)

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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