Requalificação profissional amplia oportunidades e possibilita construção de novas rotas

Pesquisa aponta que mulheres são as mais impactadas pela transição de carreira e o investimento em cursos técnicos é um dos caminhos escolhidos

Investir em aprendizagem contínua tem se tornado uma estratégia comum entre adultos que buscam requalificação profissional, mudança de carreira ou melhores oportunidades de crescimento, especialmente entre mulheres. Conforme aponta a pesquisa da Maturi e Noz, sete em cada dez pessoas do gênero feminino vivenciam a transição de carreira em idade madura.

Esse movimento pode ser entendido pela necessidade de mudar de vida, mas não se restringe a tal, uma vez que a realização de sonhos e a vontade de iniciar uma rotina de aprendizagem técnica também se somam aos fatores que motivam a mudança. Esse foi o caso de Maciomar Brenaria, recepcionista de saúde, que trabalhou como auxiliar de serviços gerais (ASG) por oito anos, antes de se reinventar com o ensino profissionalizante do Senac PE.

“Sempre tive vontade de mudar de função e o curso de Recepcionista em Serviços de Saúde me proporcionou uma oportunidade de recomeço, transformando minha autoestima e me preparando para este novo mercado de trabalho”.

Conciliando a rotina de estudos com a antiga profissão, Brena (como é conhecida pelos colegas e professores) contou também com o apoio das filhas para realizar o sonho de ter uma formação técnica no currículo e alcançar novos objetivos. “Eu trabalhava 8h por dia, saía direto para o curso no Senac. Ficava estudando antes das aulas iniciarem e aos finais de semana, com o apoio das minhas filhas, que foram essenciais na minha jornada”, detalha.

Desenvolvimento 

Migrar de área envolve adaptação contínua por parte dos profissionais até que eles possam se estabelecer na nova jornada. Betânia Paiva, gerente de Desenvolvimento Educacional do Senac PE, apresenta algumas dicas para manter o ritmo e conciliar os objetivos de forma estruturada e alinhada ao mercado de trabalho.

  • Reconhecer que voltar a estudar é um investimento contínuo em si;
  • Estabelecer uma rotina realista de estudos;
  • Estar aberto para participação das atividades práticas na instituição e em eventos;
  • Buscar oportunidades que estejam alinhadas ao seu objetivo.

Ela acrescenta que o processo de requalificação permeia outros campos da vida profissional. “Vai muito além da conquista de novos conhecimentos técnicos, esse ato representa uma virada na trajetória da vida e da carreira. No Senac, por exemplo, esse processo é pautado pela proximidade com o mundo do trabalho, focando em desenvolver competências técnicas, mas também comportamentais, as chamadas soft skills”.

Neste contexto, a orientação acadêmica se torna um fator ainda mais importante para garantir integração ao percurso. A especialista destaca que entender o perfil do estudante e sua realidade é fundamental. ‘Oferecemos modalidades presenciais, à distância e formatos híbridos, com metodologias que valorizam a prática e o protagonismo do aluno. Isso permite conciliar diferentes rotinas ao encontrar um formato que seja viável e eficiente de aprendizado, sem perder a qualidade e conexão com as demandas do mercado.’

Pontes para o mercado de trabalho

No Brasil, a procura pelo Ensino Técnico segue em ritmo de crescimento. Nos últimos cinco anos, as matrículas na modalidade aumentaram 68%, de acordo com o Censo Escolar (2025), realizado pelo IBGE. Nesse formato de ensino, os estudantes encaram uma jornada de aprendizagem unificada, entre conteúdos teóricos e habilidades práticas alinhadas a demandas mercadológicas. O objetivo é inserir mais rapidamente estes profissionais no mundo do trabalho.

Referência em educação profissional, o Senac Pernambuco oferece cursos de Formação Inicial e Continuada, Ensino Médio Integrado (Mediotec Senac PE), Educação Profissional Técnica de Nível Médio e de Nível Superior (Faculdade Senac PE), além de ações extensivas, como workshops, congressos e palestras. A instituição também oferece a Central de Oportunidades (Copeg), um serviço gratuito que conecta egressos a oportunidades no mercado de trabalho. “O processo envolve a curadoria dos perfis, baseada em competências técnicas e softskills, a relação institucional com empresas e a integração com o processo educacional. Na prática, reduzimos o tempo entre formação e empregabilidade, conectando profissionais a oportunidades”, destaca Fábia Alves, coordenadora de Programas Educacionais do Senac PE.

A conexão é mediada pela Copeg, que encaminha os currículos e acompanha os processos seletivos. Tanto egressos quanto empresas podem se cadastrar para acessar o serviço, que conecta demandas mercadológicas com profissionais qualificados, seja para emprego formal ou prestação de serviços, via e-mail copeg-dep@pe.senac.br ou pelo WhatsApp (81) 98491-7430.

@cafecombirosca  @redeéfoco @jpcbiroscando https://youtube.com/@cafecombirosca?si=Sf2RWr1YbL039etm https://www.facebook.com/share/17vPXtefut/
www.pernambucoemfoco.com.br #lermaisnolink #jpcobirosca #jaboatãoemfoco #redeéfoco #jpcbiroscando #redeefoco #efocoeucurto #jaboatãoéfoco #pernambucoefoco #jaboatãoraiz #jpcobirosca #jpc

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

Publicar comentário

You May Have Missed