Projeto Monumentos Virtuais abre convocatória para selecionar dez obras de artistas periféricos de Pernambuco

Projeto une arte, tecnologia e território em chamada pública com formação online e instalação geolocalizada das obras

Estão abertas as inscrições para a segunda chamada pública do projeto Monumentos Virtuais, iniciativa que conecta arte contemporânea, memória urbana e tecnologia para promover novas narrativas sobre os corpos e suas vivências nos territórios de Pernambuco. Os artistas interessados podem se inscrever até o dia 11 de junho, em formulário disponível na bio do Instagram @monumentosvirtuais.

Com incentivo do edital Funcultura do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto tem produção geral de Lara Barquete Bione e de Luiz Manuel; coordenação pedagógica de Luiz Manuel e Alexandre Salomão; curadoria de Elis Regina dos Santos Costa e direção geral de Alexandre Salomão.

A convocatória vai selecionar dez obras inéditas de videoperformance, propostas por artistas e agentes culturais de territórios periféricos de Pernambuco, com trabalhos que dialoguem com temas como corpo, cidade, dissidência, memória e espaço urbano. Os dez artistas contemplados ganharão bolsas de R$ 900 para as produções.

As obras selecionadas passarão a integrar a plataforma digital do projeto, disponível no site Monumentos Virtuais (https://monumentosvirtuais.ong.br), além de serem instaladas nos territórios escolhidos por meio de lambes e stickers geolocalizados, formando uma galeria urbana conectada ao ambiente virtual.

“Um dos pontos mais importantes desta iniciativa é a oferta das bolsas para os participantes. Além disso, os cinco projetos que mais se destacarem durante a oficina receberão um incentivo muito relevante: dois anos de hospedagem gratuita em servidor e dois anos de domínio grátis para que possam manter seus sites no ar. É uma oportunidade muito interessante. Também haverá oficina com aulas voltadas à criação de plataformas digitais para artistas independentes. Dentro desse processo, cada participante poderá desenvolver novos trabalhos e disponibilizá-los para venda online, com integrações que facilitem o pagamento, como cartão de crédito e marketplace. Ou seja, além de aprender a construir sua própria plataforma na web, o artista também poderá pensar em formas de monetizar sua arte a partir dela”, destaca Alexandre Salomão, diretor geral do projeto Monumentos Virtuais.

Nesta nova edição, a etapa formativa será realizada em formato EAD, ampliando o alcance territorial da iniciativa e possibilitando a participação de artistas de diferentes regiões do Estado, incluindo municípios do interior.

A formação contará com aulas gravadas, materiais de apoio e encontros online ao vivo, abordando conteúdos como criação de videoperformance, arte e território, curadoria, documentação audiovisual e presença digital para artistas.

A proposta do projeto é ampliar a visibilidade de narrativas e memórias que historicamente ficaram à margem dos monumentos físicos tradicionais, criando novas formas de ocupação simbólica do espaço público a partir da tecnologia e da arte.

Além da formação artística, os participantes também serão orientados sobre o processo de instalação física dos monumentos em seus territórios e sobre estratégias de presença digital. Entre os projetos selecionados, cinco receberão apoio adicional para criação de site próprio com domínio e hospedagem gratuita por dois anos.

O Monumentos Virtuais já realizou uma primeira chamada de destaque voltada a narrativas LGBTQIAPN+, consolidando-se como uma plataforma colaborativa de experimentação artística e memória urbana em Pernambuco. O site já reúne artistas, obras e instalações geolocalizadas do projeto.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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