Produção científica e inovação ganham destaque em simpósio nacional gratuito promovido pela Wyden

A produção científica, a inovação e o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento ganham protagonismo com a realização do Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia, Educação e Sociedade Wyden. A iniciativa, de abrangência nacional, foi criada para fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e sociedade, ampliando o acesso ao conhecimento e incentivando a troca de experiências entre pesquisadores de todo o Brasil.

O evento será realizado em formato 100% online e gratuito, com participação aberta a estudantes, docentes e profissionais de todas as regiões do país. A proposta é ampliar o acesso ao conhecimento, incentivar a produção acadêmica e promover a troca de experiências entre diferentes áreas e instituições, consolidando-se como uma importante plataforma para divulgação de pesquisas e fortalecimento de currículos.

O cronograma do simpósio prevê a submissão de trabalhos entre os dias 01 de abril e 02 de maio de 2026, com divulgação dos trabalhos aprovados em 03 de maio. As apresentações online serão realizadas nos dias 04, 05 e 06 de maio de 2026. Os interessados devem submeter seus trabalhos no formato de resumo expandido, com extensão entre 3 e 6 páginas, seguindo as orientações estabelecidas no edital oficial, com acesso através do link: https://tinyurl.com/4bzyzxhv

Entre os benefícios oferecidos aos participantes estão a publicação dos trabalhos aprovados nos canais do evento, em formato de e-book com ISSN, a possibilidade de desenvolvimento dos estudos para artigos científicos completos, além da oportunidade de publicação em livro coletivo sem custos aos autores. O simpósio também prevê a emissão de certificados para autores e participantes, bem como o reconhecimento por meio de premiações e destaques acadêmicos.

Mais do que um evento acadêmico, o simpósio se consolida como uma oportunidade estratégica para a socialização do conhecimento, o fortalecimento da produção científica e a ampliação do networking entre pesquisadores e instituições de ensino de diferentes regiões do país.

As inscrições estão disponíveis em duas modalidades:

Inscrição para Ouvinte: https://forms.gle/ujTGfaVVtcfQE3bZA

Inscrição para Apresentador de Trabalho: https://form.jotform.com/261134529959669

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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