Peça inspirada em música de Luiz Gonzaga estreia no Teatro Apolo 

”Mandacarópolis” cria cidade fictícia protagonizada por mulheres e entra em cartaz nos dias 16 e 17 maio; ingressos já estão à venda

O Teatro Apolo recebe nos dias 16 e 17 de maio o espetáculo Mandacarópolis, com dramaturgia de Gabriella Sena e direção de Bia Azevedo e Adriano Portela. A peça parte da canção “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, para construir uma cidade fictícia do interior nordestino.

Carolina, jovem apaixonada citada na música lançada em 1953, é o ponto de partida da peça que mistura festas populares, relações familiares e humor para falar de autonomia feminina.

A encenação começa antes do palco, com personagens recepcionando o público na entrada do teatro. O cenário remete a uma festa de interior pernambucano, com figurinos coloridos de estética nordestina.

Além de “Xote das Meninas”, a trilha é costurada com clássicos do “Rei do Baião”, como “Numa Sala de Reboco” e “Vem Morena”, que embalam as cenas ao longo do espetáculo.

“É uma peça animada, com linguagem de comédia, mas que também provoca reflexão”, afirma o diretor Adriano Portela. “A partir da música, a gente fala sobre escolhas e liberdade, trazendo esse olhar para a realidade das mulheres hoje”, completa.

A ideia surgiu quando Gabriella Sena ouvia a canção no carro, saindo de um ensaio na Cobogó das Artes, escola onde a peça foi desenvolvida. “Enxerguei uma mulher cheia de vida, coragem e determinação. A partir dessa imagem nasceram as outras personagens, inspiradas nas minhas colegas de palco, e a própria cidade foi surgindo desse processo, com alegria, fé, resistência e histórias de amor”, conta a autora, que também integra o elenco.

Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada) e já estão à venda na bilheteria do próprio Teatro Apolo e pelo Sympla.

Reconhecimento

Um trecho do espetáculo foi apresentado no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos de 2025, no Teatro Santa Isabel, onde Gabriella concorreu ao prêmio de melhor atriz em cenas curtas.

(https://www.sympla.com.br/evento/mandacarOpolis—escola-cobogO-das-artes/3391430) e presencialmente na bilheteria do Teatro.

Serviço
Espetáculo: Mandacarópolis
Local: Teatro Apolo, Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife
Datas: 16 e 17 de maio
Horário: 19h (sábado) e 18h (domingo)
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos
Direção: Bia Azevedo e Adriano Portela
Dramaturgia: Gabriella Sena

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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