O Bloco Porteiro em Folia chega aos 27 anos como símbolo da valorização da categoria 

A festa, que já faz parte do calendário cultural dos trabalhadores em condomínios acontece no domingo (1) e reúne artistas da cena musical pernambucana

O tradicional Bloco Porteiro em Folia chega à sua 27ª edição, consolidando-se como uma das maiores e mais aguardadas celebrações da categoria no período carnavalesco. A festa, que já faz parte do calendário cultural dos trabalhadores em condomínios, acontece no domingo 1° de fevereiro no Espaço Daniel Net, que fica na Estrada do Bonsucesso, 510 – Bonsucesso, Olinda. A festa tem inicio às 12h.

No line up estão a Banda Ki Delícia, Ailton Vitória, DJ Thiago, Dan Gomes e Jadson DJ, além do comando do apresentador Flávio Mello. O evento ainda contará com cortejo especial, garantindo animação do início ao fim.  O Bloco conta com o apoio institucional do Sindicato dos Trabalhadores em Condomínios de Pernambuco (SIEEC-PE), presidido por Rinaldo Júnior, em mais essa edição.

Reconhecido pelo compromisso com a valorização da categoria, Adilson Porteiro, presidente do Bloco, destaca que o evento vai além da diversão. “É um momento de confraternização, reconhecimento e pertencimento para os porteiros e suas famílias, que constroem diariamente a história dos condomínios”, reforça.

Adilson Porteiro destaca o trabalho de Beto Costureiro, que pelo terceiro ano consecutivo é o responsável pela confecção das roupas dos porteiros, contribuindo para a identidade visual e o brilho da festa. Para 2026, Beto já adianta que vem novidade: a promessa é de figurinos ainda mais bonitos e marcantes, elevando ainda mais o nível do evento.

Porteiro em Folia

Celebrando 27 anos de história, o Porteiro em Folia reafirma seu papel como símbolo de união, cultura e valorização dos trabalhadores em condomínios, mantendo viva uma tradição construída

com dedicação, responsabilidade e muito orgulho por Adilson Porteiro.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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