Nova série ‘Chama o VAR’ revisita lances marcantes das Copas com olhar bem-humorado no SporTV

Coprodução do canal com a Giros Filmes série estreia em junho e conta com grande elenco além da participação especial de Arnaldo Cezar Coelho

O VAR chegou para mudar o futebol, mas e se ele sempre tivesse existido? É a partir dessa provocação que a série ‘Chama o VAR’, uma coprodução do sportv com a ‘Giros Filmes’, convida o público a revisitar alguns dos momentos mais emblemáticos das Copas do Mundo sob uma nova perspectiva, imaginando como decisões históricas poderiam ter tomado rumos diferentes com o auxílio da tecnologia. A série, dividida em quatro episódios e que estreia no próximo dia 6 de junho no sportv, aposta em uma abordagem criativa ao misturar documentário e ficção para revisitar lances marcantes dos Mundiais. No elenco, estão os atores Antônio Tabet, Letícia Lima, Gabriel Godoy João Pimenta e George Sauma, que contarão ainda com participações especiais, entre elas a do ex-árbitro Arnaldo Cezar Coelho.

“Essa série é curiosa porque fala de fatos reais: erros de arbitragem que acabaram transformando a história dos torneios e das seleções. São lances que mexeram com torcida, imprensa e com o rumo das competições. Apesar de tratar de temas sérios, é uma série de comédia. A gente brinca com esses episódios e levanta hipóteses: como seria se aquele erro não tivesse acontecido? Quem teria vencido? É óbvio que a gente nunca vai saber a resposta, mas entra aí um exercício de imaginação, com teorias meio malucas, levando o assunto aos extremos”, diz Tabet.

O debate no estúdio é conduzido pelo irreverente Pacheco Leão (Antonio Tabet), um apresentador tão patriota quanto provocador. A bancada de ‘Chama o VAR’ conta ainda com o jornalista Gustavo Noronha (George Sauma), a comentarista de arbitragem Fernanda Bandeira, a “Bandeirinha” (Letícia Lima), que, em meio a conversas bem-humoradas, mergulham ao longo dos episódios em lances icônicos, como o gol de mão de Diego Maradona. Entre análises do historiador argentino Paco Rodriguez (Gabriel Godoy) e as reportagens nada convencionais do repórter Dilson Santos (João Pimenta), a produção explora bastidores, teorias e situações inusitadas para discutir os limites entre justiça e emoção no futebol, propondo uma reflexão leve e divertida sobre o impacto da arbitragem e da tecnologia no esporte.

Dirigida por Rodrigo van der Put, a série ‘Chama o VAR’, um formato original ‘Giros Filmes’, vai ao ar nos dias 6 e 7 de junho, com dois episódios diários. Logo após a primeira exibição, todos os capítulos ficarão disponíveis também para assinantes do canal no Globoplay.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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