Museu de Arte Popular celebra 40 anos com nova exposição

Mostra gratuita celebra diferentes identidades, características e protagonismos da produção de reconhecidos pólos cerâmicos; utilitários e figurativos de Pernambuco, como as cidades de Caruaru, Goiana, Petrolina e Tracunhaém

O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) encerra o mês de abril com exposição e idade novas. Em comemoração aos 40 anos de atividades, o espaço expositivo dedicado à produção artística popular e ancestral, em suas mais diversas plataformas, da madeira à cerâmica, do gesso ao barro, estreou a mostra de longa duração “Escolas do Barro”, que celebra a produção cerâmica pernambucana, sua continuidade e suas geografias.

O museu, mantido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, funciona na casa 49 do Pátio de São Pedro e abre de quarta a domingo, das 10h às 16h, com acesso gratuito. Excepcionalmente nesta sexta-feira (1), em função do feriado, não haverá expediente de visitação.

A nova exposição explora diferentes identidades, características e protagonismos da produção de reconhecidos pólos cerâmicos utilitários e figurativos de Pernambuco, como as cidades de Caruaru, Goiana, Petrolina e Tracunhaém, que se confirmaram verdadeiras escolas de barro, a partir da transmissão oral do saber empírico de artistas que desenvolveram iconografias próprias, dotadas de intenções artísticas e socioculturais, que se relacionam com o meio, inspirando-se nele e também modificando sua realidade.

A ideia da mostra é explorar o conceito dessas escolas, mapeando características, temas e processos artísticos que identificam cada região, a partir de seus condicionantes econômicos, sociais, culturais e políticos. O acervo é composto por 109 obras de artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas, Lidia Vieira, Togui, Zé do Carmo, Socorro Rodrigues, Marliete Rodrigues, Baé, Elias Vitalino, Manuel Eudócio e outros grandes nomes da cerâmica pernambucana, que integram o acervo permanente do MAP. A curadoria da exposição é assinada por J.Melo, artista ceramista e pesquisador, mestrando em artes visuais e práticas culturais pela PUC-SP.

Sobre o MAP – O Museu de Arte Popular foi inaugurado em junho de 1986, com acervo oriundo da Galeria Nega Fulô e do extinto Clube Bandepe, reunindo, já àquela altura, obras de grandes artistas, como Manoel Eudócio, Mestre Nuca, Ana das Carrancas, Severina Batista, Mestre Vitalino e família.

Bastante representativo do ponto de vista autoral e também geográfico, o acervo é formado, em sua quase totalidade, por esculturas em barro e madeira, com algumas peças também em tecido. Tem como missão promover ações que permitam a preservação da memória da arte popular nordestina, através de práticas expositivas, além de seminários, oficinas e cursos, a fim de estimular a valorização da arte dita popular.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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