Mulheres artesãs participam de roda de diálogo sobre Economia Popular e Solidária em Lagoa do Carro

Na manhã desta quarta (20), a Associação das Tapeceiras em Lagoa do Carro – ASTALC recebeu em sua sede, o Programa de Formação Paul Singer, onde reuniu mulheres artesãs do município para um encontro onde foi possível adquirir conhecimento e aprimorar o seu negócio com o tema: Construindo roda de diálogo entre as mulheres produtoras da Mata Norte de Pernambuco com o objetivo de gerar mais renda através da Economia Popular e Solidária.

De acordo com a presidente da Associação das Tapeceiras, Isabel Gonçalves, essas mulheres não só produzem e vendem, como também organizam, cooperam e tecem redes de resistência e cuidado, provando que outro mundo é possível.

Neste primeiro Encontro Presencial dos Coletivos e Associações de Mulheres da Mata Norte abordou temas fundamentais para o fortalecimento feminino e da produção artesanal na região. Entre os destaques, esteve a história do artesanato local, com ênfase na trajetória das mulheres tapeceiras. O encontro também promoveu debates sobre Economia Popular e Solidária, organização e construção de uma agenda coletiva das mulheres produtoras, além dos caminhos e desafios a serem percorridos pelas artesãs.

Durante as atividades, as mulheres puderam participar de um momento de confraternização com lanche e um almoço organizado pela Cozinha CEMUR.

A primeira edição do encontro contou com apoio da Incubacoop, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Fundacentro, Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária – SENAES e o Governo Federal.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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