Ginga e Malícia celebra 30 anos de história com show nostálgico na Fenahall e lançamento de novo hit

Banda que marcou a geração do pagode pernambucano nos anos 90 sobe ao palco do Classic Hall neste domingo (11) para lançar álbum e relembrar sucessos
A nostalgia vai tomar conta do Classic Hall neste domingo, 11 de janeiro. Uma das bandas mais emblemáticas da cena musical pernambucana, a Ginga e Malícia, celebra três décadas de estrada com uma apresentação exclusiva na programação da Fenahall 2026. O show, marcado para às 17h, promete ser um encontro de gerações, unindo os fãs que acompanharam a explosão do pagode nos anos 90 e o novo público que consome os lançamentos nas plataformas digitais.
A apresentação é um marco na trajetória do grupo, que traz na bagagem a impressionante marca de mais de 400 mil cópias de CDs vendidos durante o auge do movimento do pagode em Pernambuco. Para coroar o momento, a banda apresenta seu novo álbum, já disponível no streaming, que inclui o inédito hit “Páris ou Milão” e uma roupagem atualizada para o clássico que dá nome ao grupo.
A história da Ginga e Malícia se confunde com a própria história do pagode recifense. Originalmente batizada como Curtsamba, a banda precisou se reinventar ainda no início da carreira. Devido a questões de registro de marca — já existia um grupo homônimo no Rio de Janeiro —, os pernambucanos adotaram o nome de um de seus primeiros sucessos: nascia assim, oficialmente, a Ginga e Malícia.
A mudança provou ser pé-quente. O grupo estourou nas rádios e tornou-se presença obrigatória nos principais palcos do estado, eternizando canções que o público canta até hoje.
Para o show na Fenahall, o vocalista Bettão e sua trupe prepararam um setlist que promete “mexer com o coração e o gingado”. O público pode esperar os grandes clássicos autorais como “Gabriela”, “Ginga e Faz Assim”, “Remelexo” e “Requebra Morena”.
Além do material próprio, a banda fará uma homenagem ao movimento que os consagrou, interpretando sucessos históricos de outras bandas do Pagode Pernambucano, transformando o Classic Hall em uma verdadeira roda de samba nostálgica.
Formação Atual
Mantendo a identidade que conquistou o Nordeste, a Ginga e Malícia sobe ao palco com sua formação atual afiada: Bettão (Voz), Rodrigo Paulino (Percussão), Valmir Souza (Cavaquinho), Machadinho (Banjo) e Ubenny (Violão)

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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