Em primeiro show no Chile, Ney Matogrosso apresentou a turnê “Bloco na Rua”

Aos 84 anos, artista subiu ao palco do Festival Internacional Teatro a Mil, em Santiago, como parte do projeto Hola Rio

Ney Matogrosso se apresentou pela primeira vez no Chile, na noite desta terça-feira (20), em Santiago, levando a turnê “Bloco na Rua” ao palco do Festival Internacional Teatro a Mil, como parte do projeto Hola Rio. A apresentação marcou a estreia do cantor no país e reuniu um público de mais de dois mil pessoas que acompanhou o espetáculo com entusiasmo e forte participação.

No repertório, Ney percorreu diferentes fases de sua trajetória e da música brasileira, reunindo canções como “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua” (Sérgio Sampaio), “A Maçã” (Raul Seixas), “Jardins da Babilônia” (Rita Lee e Lee Marcucci), “O Beco” (Herbert Vianna e Bi Ribeiro) e “Sangue Latino” (Paulo Mendonça e João Ricardo), em um espetáculo que combinou música, presença cênica e identidade artística.

A resposta do público chileno levou o artista a estender a apresentação por quase 30 minutos, atendendo aos pedidos da plateia. O momento rendeu surpresas no bis, com músicas que não faziam parte do setlist original, entre elas “Homem com H”, arrancando aplausos e coro do público.

Antes de subir ao palco, Ney comentou a expectativa para a apresentação em Santiago e a paixão pelo ofício: “Não sabia o que esperar do público chileno. Eu tenho enorme prazer em fazer arte. Tenho consciência de que talvez o tempo vá me tirar isso. Ainda não me tirou. Enquanto der, eu quero alegrar as pessoas”.

A apresentação no Chile foi viabilizada pelo ¡Hola Rio!, plataforma de internacionalização da cultura fluminense idealizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que promove a circulação de artistas brasileiros no exterior e o intercâmbio cultural com países da América Latina.

Sobre o Hola Rio

O Hola Rio é um projeto de internacionalização da cultura fluminense, que compreende três estruturas. A primeira é a articulação de acordos e cooperação internacionais entre entes, como governos, instituições, festivais e centros culturais. A segunda é a mobilidade de artistas, que promove a participação de artistas convidados em ações informativas, apresentações, exposições e eventos similares. A última estrutura é o Festival Hola Río, uma celebração do programa, e que consiste na apresentação de artistas em palcos internacionais.

A primeira edição do Hola Rio foi realizada em Madri, na Espanha, em 2023. A segunda passou por seis cidades colombianas, em 2024. A terceira edição ocorre entre o fim de 2025 e o início de 2026 em cidades da Argentina, Chile e Uruguai.

Fotos: Leonardo Ferraz/Hola Rio

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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