Centro de Artes e Cultura de Pernambuco realiza a 1ª Outorga da Ordem do Mérito da Cultura em cerimônia solene no Paulista

Por Priscila Silva

Em uma celebração marcada por emoção, reconhecimento e forte representatividade cultural, o Centro de Artes e Cultura de Pernambuco realizou, nesta sexta-feira, a cerimônia de outorga da 1ª Ordem do Mérito da Cultura, no plenário da Câmara Municipal do Paulista.

A solenidade, inédita em Pernambuco e no Brasil, homenageou grandes nomes e expressões da cultura pernambucana em diversos segmentos, como teatro, música, folclore e literatura. Também foram destacados representantes das culturas afro-brasileira, indígena e nordestina.

Entre os homenageados, estiveram maestros renomados como Ademir Araújo, conhecido como Maestro Formiga, e Moisés da Paixão, além de representantes das academias de letras e artes, como Lúcia Souza, presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), com atuação nacional e também no município do Paulista.

A cerimônia foi conduzida pela presidente do Centro de Artes e Cultura de Pernambuco, Margarett Leite, que está à frente da instituição há 25 anos. Emocionada, ela ressaltou a importância histórica e simbólica do momento. “Estamos com muita, muita, muita felicidade, porque estamos realizando a primeira outorga em Pernambuco e no Brasil da Ordem do Mérito da Cultura. Esse mérito é ser digno da palavra cultura. Porque a cultura liberta, edifica e transforma. Mas também é preciso compromisso, ética, moral e luz. Essa cerimônia marca o início de um novo tempo de reconhecimento dos verdadeiros guardiões da cultura brasileira”, declarou.

Um dos pontos altos da solenidade foi o juramento com a espada Excalibur, inspirada nas lendas do Rei Arthur e da Corte de Avalon, representando Justiça e Compromisso com os valores elevados da cultura. O ato remete às tradições medievais de cavalaria e honra, adaptadas ao contexto brasileiro.

Após o juramento, os agraciados receberam medalha e certificado oficial que os reconhecem como Cavaleiros e Damas da Ordem do Mérito da Cultura. Trata-se da primeira condecoração oficial desse tipo no Brasil, distinta da Ordem Cultural concedida periodicamente pelo Ministério da Cultura. A outorga simboliza um marco na valorização da cultura popular, erudita e ancestral, com destaque para tradições nordestinas como caboclinhos, bacamarteiros e referências ao cangaço.

A programação cultural da noite também reforçou esse simbolismo, com apresentações que representaram a diversidade e a riqueza do patrimônio imaterial de Pernambuco, reunindo música, dança e expressões populares em um espetáculo de encerramento à altura da ocasião.

Fotos Priscila Silva/ SEI

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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