Carla Rio promove último samba do ano no Recife Antigo

Evento no Marquês Art Bar contará com participações especiais de André Rio, Daniel Rolim e Márcio Oliveira

O Marquês Art Bar, no Recife Antigo, vai se transformar em uma grande roda de samba na próxima sexta-feira (26), sob o comando da cantora e compositora pernambucana Carla Rio. A festa tem início às 17h e contará com participações especiais de André Rio, Daniel Rolim e Márcio Oliveira. A abertura do evento ficará por conta do cantor Victor Silva.

Para o show, Carla Rio preparou um repertório repleto de clássicos do samba, como “Clareou”, “Você Abusou”, “Canto das Três Raças” e “Muito Obrigado, Axé”. A artista também apresenta canções autorais, entre elas “Samba Arretado”, “Samba Sem Pretensão”, “Samba, Meu Recife”, “Não Troco, Nem Dou” e “Foi Mal”, esta última em seu primeiro lançamento ao vivo.

Complementando a programação, André Rio leva ao palco a efervescência da música brasileira e pernambucana, incluindo frevos que atravessam gerações. Já o trompetista Márcio Oliveira apresenta o seu trabalho que dialoga com a tradição, os ritmos afro-brasileiros e as sonoridades populares de Pernambuco. O ex-BBB Daniel Rolim também participa da festa, interpretando clássicos do samba brasileiro.

“Preparamos esse último samba do ano para celebrar o encerramento de 2025 e receber 2026 com boas energias, por meio da música. É uma proposta de show diferente, em que estaremos ainda mais próximos do público, sentindo o calor e a emoção de cada momento. Vamos interagir e dançar com toda a energia que o samba desperta”, destaca Carla Rio.

O Marquês Art Bar se destaca pela atmosfera acolhedora e pela valorização da cena cultural recifense, oferecendo o cenário ideal para quem busca uma experiência musical de qualidade, marcada por arte, ritmo e boas vibrações. O último samba do ano com Carla Rio é uma realização em parceria com a CR Produções e Eventos e conta com produção executiva de Anderson Souza Leão.
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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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