Cantor Robertto celebra dezembro com lançamento de série audiovisual Carnaval Infinito

Projeto mistura releituras e canções autorais gravadas no Recife e em Olinda, celebrando o frevo como sentimento permanente

Após o sucesso dos projetos Frevo Acústico e Recife Mandou Me Chamar, ambos realizados em 2025, o cantor e compositor pernambucano Robertto encerra o ano e inicia 2026 com um presente especial para os amantes do carnaval. Ao longo do mês de dezembro, o artista realiza uma sequência de lançamentos audiovisuais no YouTube e nas redes sociais, reafirmando sua relação afetiva com o frevo e com a cultura popular de Pernambuco.

Os novos trabalhos integram o projeto inédito Carnaval Infinito, que parte da ideia de que o carnaval vai além de uma data específica e se manifesta como um sentimento permanente. “Para nós, pernambucanos, o carnaval é um estado interno. É festa, é rua, é afeto, é imperfeição bonita, é verdade. É um carnaval que mora no peito sempre”, afirma Robertto, ao explicar o conceito que orienta toda a série de lançamentos.

Nas escolhas musicais, o artista transita entre composições autorais e releituras de clássicos consagrados, criando uma identidade própria a partir da fusão entre o frevo tradicional e uma estética contemporânea. A sonoridade dialoga com o pop, incorpora marchinhas de carnaval, pulsos percussivos e uma linguagem jovem, sem perder o vínculo com a tradição.

A série de lançamentos teve início com “Frevo N2 – O Chamado da Rua”, cujo videoclipe foi lançado no YouTube em 1º de dezembro de 2025. Gravado no Marco Zero do Recife, o trabalho transforma a emoção da canção em imagem e movimento, evocando memórias afetivas e convidando o público a reencontrar pessoas, lugares e sentidos ligados à cidade.

Na sequência, em 8/12, chegou ao YouTube “Olá, Tô em Olinda”, composição autoral que celebra o encontro sensorial com a cidade histórica. Com refrão simples e forte apelo emocional, o clipe traduz a experiência de se deixar atravessar pelas cores, ladeiras, cheiros e ritmos de Olinda, apostando na leveza e na conexão imediata com quem assiste.

No dia 15/12, entrou no ar o Pout-pourri 1, gravado nas ruas de Olinda e reunindo clássicos como “Bandeira Branca”, “Máscara Negra”, “Tá-hi” e “Mamãe Eu Quero”. O videoclipe aposta na energia coletiva do carnaval, com imagens de encontros espontâneos, alegria compartilhada e uma estética jovem e vibrante, criando uma ponte entre a memória afetiva de gerações e a linguagem contemporânea das redes sociais.

Já na semana do Natal, o presente de Robertto chega em 22 de dezembro, com o lançamento do videoclipe de “Ledinha e a Flor da Lira”, canção inédita que revela o lado mais íntimo, poético e sensível do Carnaval Infinito. Gravado na Igreja do Bonfim, em Olinda, o trabalho carrega uma atmosfera natalina e transforma a música em rito, evocando fé, tradição e emoção.

Encerrando a sequência de lançamentos do ano, o Pout-pourri 2 chega ao YouTube no dia 29/12, reunindo os clássicos “Eu Sou o Carnaval”, “Massa Real” e “Quem Sabe, Sabe”. Gravado também nas ruas de Olinda, em um clima que mistura carnaval e réveillon, o videoclipe celebra a teatralidade, a tradição e a força estética da festa, ao mesmo tempo em que dialoga com o público mais jovem por meio de uma leitura moderna, colorida e espontânea.

Com Carnaval Infinito, Robertto reafirma o carnaval como um sentimento vivo, contínuo e profundamente enraizado na identidade cultural pernambucana. Um frevo sensorial, afetivo e contemporâneo, que dialoga tanto com quem preserva a tradição quanto com quem nunca ouviu frevo na vida.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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