ACLF leva frevo, alegria e inclusão a idosos no Carnaval 2026

Projeto realiza oficinas de frevo e máscaras, numa iniciativa que une cultura e solidariedade para celebrar o Carnaval com inclusão

O ritmo e a alegria do frevo, patrimônio imaterial de Pernambuco, vão embalar o Carnaval de 2026 com um toque especial de solidariedade. Em fevereiro, a ACLF Empreendimentos realiza uma ação social em parceria com o tradicional Clube das Pás e a Associação Cultural e Social Abre-Alas, e promove oficinas de frevo e adereços carnavalescos. A proposta é levar momentos de cultura e inclusão para idosos atendidos pelas Instituições de Longa Permanência (ILPIs) do Recife.

A iniciativa acontece por meio da Associação Cultural e Social Abre-Alas, que atua na difusão e valorização da cultura popular, e promete levar energia carnavalesca às comunidades onde a presença do Carnaval costuma ser apenas lembrança. Oficinas de frevo e de confecção de máscaras vão compor a programação, promovendo movimento, criatividade e muita emoção.

A ação será realizada em dois dias: na próxima terça (10), das 14h às 16h, na Morada Geriátrica Nossa Senhora do Carmo, no bairro do Torreão, com uma programação que inclui acolhida musical com frevo, vivência de dança, apresentação e lanche de confraternização; e na quinta (12), das 14h às 17h, no Centro de Convivência Santa Bárbara, no bairro da Encruzilhada, onde os idosos terão oficina de máscaras, vivência de frevo, lanche coletivo e apresentação final com música e dança.

Mais do que celebrar o Carnaval, a ação reforça o compromisso da ACLF com o cuidado humano e o estímulo à cultura local, fortalecendo laços entre gerações e ampliando o alcance da arte pernambucana. “Queremos conectar o Carnaval à memória afetiva desses idosos, levando o frevo como linguagem de encontro, alegria e pertencimento. A construtora sempre realiza projetos voltados à valorização cultural e social nas comunidades onde atua”, destaca Camila Peixoto, gerente de marketing da ACLF, que possui um dos maiores empreendimentos próximos das instituições atendidas, o condomínio lounge Belém Boulevard, que está sendo construído em uma área verde preservada, no bairro de Campo Grande.

Serviço – ACLF leva frevo, alegria e inclusão a idosos no Carnaval 2026

– Terça (10/02), das 14h às 16h, na Morada Geriátrica Nossa Senhora do Carmo, na rua Orthon Paraíso, 299 – no bairro do Torreão

– Quinta (12/02), das 14h às 17h, no Centro de Convivência Santa Bárbara, na rua Olímpio Arroxelas Galvão, 73 – no bairro da Encruzilhada

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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