Grupo Molejo confirma participação especial no Baile Imprensa Que Entra 2026

O grupo Molejo estará em turnê nesse final de semana por Pernambuco e confirmou participação especial no Baile Imprensa Que Entra 2026. Pela primeira vez o grupo vai participar da maior prévia da imprensa brasileira. Nascido no Méier, bairro do Rio de Janeiro, o “Molejão” emplacou grandes sucessos na década de 1990. Músicas como “Caçamba”, “Brincadeira de Criança”, “Dança da Vassoura”, “Samba Rock do Molejão”, “Paparico”, “Cilada”, “Ah, Moleque” e “Samba Diferente” marcaram época e seguem fazendo sucesso até os dias atuais. Em Pernambuco, o grupo é muito querido e tem uma legião de fãs.

Criada nos anos 1990 por um grupo de amigos: Anderson Leonardo, Andrezinho, Claumirzinho, Lúcio Nascimento, Robson Calazans e Jimmy Batera, em pouco tempo de estrada, o Molejo já tinha alcançado o topo das paradas com o hit “Caçamba”, que ultrapassou a marca de 100 mil cópias vendidas. Dois de seus maiores sucessos, “Brincadeira de Criança” e “Dança da Vassoura”, tornaram-se trilhas sonoras do carnaval brasileiro e, em fevereiro, prometem agitar também o carnaval pernambucano.

Com uma trajetória marcada por irreverência, alegria e muito samba no pé, o Molejo leva ao Baile Imprensa Que Entra 2026 um repertório que atravessa gerações, garantindo nostalgia para quem viveu os anos 90 e animação para o público mais jovem. A participação especial do grupo reforça a tradição do evento em reunir grandes nomes da música e promete transformar a noite em um verdadeiro encontro de ritmos, com a expectativa de bater recorde na arrecadação de alimentos para o Comitê Estadual da Ação da Cidadania.

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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