IA pode auxiliar no diagnóstico precoce do câncer bucal

Pesquisa de iniciação científica de alunos do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Centro Universitário Tiradentes (Unit) será apresentada nesta quarta (04), no X Simpósio de Inovação em Engenharia Biomédica, na UFPE

Projeto de iniciação científica é desenvolvida por alunos de Unit

Usando inteligência artificial, é possível identificar lesões com potencial de serem malignas, antes mesmo de ocorrerem quadros avançados. Entre eles, leucoplasias (manchas ou placas brancas que aparecem nas mucosas) ou estágios iniciais de carcinoma epidermoide oral (tipo mais comum de câncer de boca, representando mais de 90% a 94% de todos os tumores malignos). Esse é o resultado de uma pesquisa desenvolvida por alunos do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Centro Universitário Tiradentes (Unit).

Os dados do trabalho, intitulado “Detecção de Câncer Oral em Imagens Clínicas por Meio de uma Abordagem Híbrida de Inteligência Artificial”, serão apresentados quarta-feira (04/11), durante o X Simpósio de Inovação em Engenharia Biomédica (SABIO). O evento é promovido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e acontece das 14h15 às 14h30, no Auditório da ADUFEPE.

O projeto de Iniciação Científica foi orientado pelo Doutor em Engenharia da Computação, pesquisador nas áreas de inteligência artificial e saúde, Flávio Secco, também professor do centro universitário e integrante do grupo de pesquisa em Computação Biomédica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d’Pádua | Birosca Diretor-presidente & especialista em mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A mentalidade é o primeiro passo: o alicerce invisível da política Muitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e de estudo do comportamento humano por meio do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes — no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre “querer estar na política” e estar mentalmente preparado para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima, sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos ao Café com Birosca não se limita às estratégias de voto: envolve também a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem se tornar decisivos em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — implacável e constante —, é preciso reconhecer as próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras corre o risco de ser dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente às provocações: responde com estratégia. Essa é uma das diferenças entre o amador e o estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, talvez não tenham faltado argumentos, mas controle emocional. Por outro lado, ao observar grandes figuras históricas, percebemos que a resiliência, a capacidade de compreender o ambiente e a empatia são frutos de um rigoroso trabalho interno. A mente molda a postura, o tom de voz e até as microexpressões que podem transmitir — ou abalar — a confiança. Para quem busca a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira do gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que levaram à eleição, revisitando a própria trajetória com humildade e disposição para ouvir. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas também compartilhar ferramentas para que cada liderança compreenda melhor a si mesma, enfrente os desafios com equilíbrio e permaneça conectada às pessoas que representa. Porque, antes de conquistar votos, é preciso conquistar clareza. E toda grande caminhada política começa dentro de nós. © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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