4ª Bienal Black Brazil Art abre inscrições gratuitas

                                                                                                                                                          ​Penteado, pintura de Georgia Lobo exposta na 1ª Bienal Black – crédito: Georgia Lobo

Evento recebe trabalhos de artes visuais, arte design, arte digital, arte urbana, vídeo, arte sonora, performance, instalação e outras formas artísticas​

O Instituto Black Brazil Art torna pública a abertura da chamada de trabalhos para a 4ª edição Bienal Black Brazil Art, que acontecerá de setembro a dezembro de 2026, na cidade de Recife (PE). Com o tema As Cinco Peles, a mostra coletiva propõe uma curadoria que compreende o corpo como território vivo e o mundo como uma trama de relações contínuas, atravessadas por memória, ancestralidade, conflito e invenção coletiva.

Trabalhos artísticos de todo o Brasil podem ser inscritos gratuitamente pelo site bienalblack.com.br/4bienalblack.

Esta edição parte da teoria das Cinco Peles (Textura, Corpo, Espaço, Rede e Comunidade), formulada por Friedensreich Hundertwasser (1928-2000), deslocando sua matriz eurocêntrica para uma leitura crítica e decolonial. A Bienal parte de um diálogo com pensamentos afro-diaspóricos e indígenas, especialmente com o pensamento do filósofo e ativista Nêgo Bispo (1959-2023), para quem o mundo não se organiza por separações rígidas, mas por convivência, circularidade e continuidade.

Os trabalhos podem ser inscritos nas categorias Artes Visuais, Arte Design, Arte Digital, Arte Urbana, Vídeo, Arte Sonora, Performance, Instalação, entre outras formas de expressão contemporânea. Artistas individuais ou coletivos podem se inscrever em até duas categorias. A Bienal também prioriza a participação de instituições de ensino, projetos pedagógicos e processos artístico-educativos.

Os trabalhos premiados da 4ª edição Bienal Black Brazil Art receberão prêmios em dinheiro para artistas brasileiros residentes no Brasil, bolsas de residência artística virtual (2027) e de internacionalização cultural, além de certificação e catálogo digital para todos os selecionados. A programação paralela inclui oficinas, palestras, rodas de conversa, ações educativas e comunitárias, gratuitas ao público, realizadas de forma presencial ou virtual. A Bienal também incentiva a comercialização das obras físicas.

“Ao decolonizar a noção das Cinco Peles, a 4ª Bienal Black afirma uma curadoria que não separa corpo, território e mundo, mas os entende como camadas contínuas de existência, memória e criação coletiva”, aponta Patricia Brito, diretora da Bienal Black. Os cinco eixos de criação (as cinco peles) da Bienal Black este ano são:

  • Textura (epiderme): corpo, pele, identidade e ancestralidade;

  • Corpo (vestuário): manifestações identitárias e performativas;

  • Espaço (casa): territórios, memória e processos de pertencimento;

  • Rede (identidade social): conexões, diásporas e solidariedade;

  • Comunidade (meio global): diálogos locais e globais, com abordagem coletiva e sustentável.

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