Erika Hilton é destaque do novo episódio de “Espelho – 20 Anos Depois”

Deputada aborda representatividade, diálogo político e os desafios da inclusão em entrevista a Lázaro Ramos

Erika Hilton é a convidada do segundo episódio de “Espelho – 20 Anos Depois”, programa dirigido e apresentado por Lázaro Ramos. A edição inédita vai ao ar no dia 6 de fevereiro, às 22h, no Canal Brasil. Durante a conversa, a deputada federal de 33 anos relembra momentos da infância, quando tinha 11 anos, e reflete sobre sua trajetória até chegar ao Congresso Nacional como uma mulher trans. Ao longo do programa, Erika também analisa o Brasil atual e os avanços — ainda marcados por desafios — na inclusão de grupos historicamente marginalizados.

Para ela, a presença de pessoas trans e negras em posições de destaque representa uma conquista coletiva. “A chegada desses grupos ao centro simboliza uma luta histórica por espaço. Apesar da violência e das violações de direitos, avançamos e recuamos muitas vezes, mas hoje estamos aqui. Ter uma Erika Hilton, uma Liniker, ocupando outros lugares no imaginário social mostra que é possível romper com estigmas que nos empurravam apenas para a marginalização. Essa é uma luta que transforma a realidade”, afirma.

O episódio também aborda o desafio dos movimentos progressistas e de esquerda em dialogar com diferentes setores da sociedade. Erika comenta o resultado da pesquisa Mulheres em Diálogo (2025), do Instituto Update, que aponta quais mulheres melhor representam a política brasileira atualmente — lista na qual seu nome aparece ao lado de figuras como Janja da Silva e Dilma Rousseff.

Segundo a deputada, o reconhecimento reflete sua capacidade de ampliar o diálogo para além de pautas identitárias. “O meu nome nessa lista mostra que consegui quebrar uma bolha. Quando cheguei à política, muitos imaginavam que eu falaria apenas sobre direitos LGBTQIA+, o que já seria essencial. Mas houve surpresa quando comecei a discutir um projeto de país, de um Brasil plural e continental”, diz. Ela destaca que essa postura aproximou públicos diversos, como mulheres religiosas, idosas e mães de família. “A política precisa estar próxima da vida das pessoas. Acho que a identificação vem dessa forma de falar e de pensar, que vai além do discurso tradicional”, completa.

Espelho – 20 Anos Depois (12X25’) – Inédito

Horário: Sexta, dia 06/02, às 22h

Alternativos: Terça, às 14h30; quarta, às 19h; domingo, às 10h30

Episódio: Erika Hilton – Temp.16 Ep 2

Direção: Lázaro Ramos

Classificação: Livre

Sinopse: A deputada Erika Hilton destaca que o Congresso Nacional está focado em interesses próprios e realça que não existe um projeto de país sem a inclusão de todos os grupos marginalizados.

 

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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