Nem a forte chuva atrapalhou a elegância e o samba no pé de Carla Prata durante ensaio técnico no sambódromo

No quarto reinado à frente da bateria, rainha vive noite especial no sambódromo acompanhada do filho

Faltando exatos 30 dias para o desfile oficial, o clima de expectativa para o Carnaval 2026 era notório durante o primeiro ensaio técnico da Acadêmicos do Tucuruvi, realizado na noite deste sábado, dia 10 de janeiro, no Sambódromo do Anhembi, onde reuniu emoção, entrega e muito brilho na passarela do samba.

Sob uma forte chuva que caiu exatamente durante a apresentação da agremiação, Carla Prata, Rainha de Bateria da escola da Cantareira, manteve energia, presença e total sintonia com a bateria do Zaca, comandada pelo Mestre Serginho, do início ao fim da simulação do desfile oficial. Mesmo com a pista molhada e o clima desafiador, a bela seguiu sambando com entrega e sorriso aberto, em uma noite muito feliz, por estar fazendo o que mais ama, com entrega total de corpo e alma.

Carla apostou em um look impactante em tons de azul-turquesa e verde-água, inteiramente trabalhado em pedrarias, cristais e aplicações brilhantes, que valorizaram seu corpo escultural.

A fantasia contou com top estruturado, recortes estratégicos e hot pant ricamente bordada, acompanhada de franjas e correntes, que ganharam movimento a cada passo do samba. O look ainda contou com um imponente costeiro, com plumas artificiais bem realistas em degradê de azul, com aplicações de cristais e acabamento minucioso, criando um visual poderoso e elegante. Nos pés, sandálias de salto alto com tiras cravejadas até a panturrilha reforçaram a imponência e o glamour do figurino, traduzindo com precisão a identidade visual da Tucuruvi.

Um dos momentos mais especiais da noite foi a presença pela primeira vez do filho de Carla Prata, que esteve no sambódromo para prestigiar a mãe, tornando o ensaio ainda mais emocionante para a Rainha.

Em 2026, a Tucuruvi levará para a Avenida o enredo “Anti-Herói Brasil”, criação do carnavalesco Nícolas Gonçalves e do enredista Cleiton Almeida — um tema potente, que propõe enxergar a alma brasileira através de suas imperfeições e heroicidades cotidianas.

A escola será a terceira escola a desfilar no domingo, 15 de fevereiro, pelo Grupo de Acesso 1, e já desponta como uma das apresentações mais aguardadas da temporada

 Assessoria de Imprensa – Carla Prata/Fotos em alta, clique aqui – Créditos: Lucas Akio  

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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