Cinderela e Flávio Andradde apresentam “Toda cidade tem” no Teatro Luiz Mendonça

Espetáculo aposta em esquetes que retratam costumes, personagens e situações do cotidiano
Ícone do humor pernambucano, a personagem Cinderela divide o palco com o conterrâneo Flávio Andradde no espetáculo “Toda cidade tem”, no dia 10 de janeiro, às 20h, no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu). Formada por esquetes, a peça apresenta um olhar jocoso, satírico e anárquico ao Recife, seu povo, costumes, crenças, cultura, classes sociais, suas linguagens e expressões, num sotaque que chega a ser dialético.
No roteiro, eles exploram desde a fofoca de bairro até os personagens que marcam o dia a dia. Peculiaridades e situações do cotidiano que encontramos em qualquer cidade brasileira norteiam as passagens interpretadas pela dupla. A capital pernambucana é ponto de partida para a montagem, iniciada com uma paródia da canção “Recife minha cidade”, do saudoso Reginaldo Rossi, mas são histórias encontradas em qualquer lugar.
“Sempre quis fazer um espetáculo onde pudesse retratar as coisas da minha cidade. Recife é uma cidade vibrante, bem-humorada e cheia de vida, conhecida por sua rica cultura e povo acolhedor. Resolvi juntar todos os personagens que fiz na TV e na internet, vivenciando tipos que toda cidade tem. É um espetáculo dinâmico e com trocas de roupas super-rápidas, numa divertida e mágica correria teatral” diz Wallace.
Criada no início dos anos 1990, com uma visão observadora e inteligente, a personagem Cinderela se destacou por evidenciar, com carisma e irreverência, os detalhes mais engraçados da vida urbana. Protagonista da peça “Cinderela: A história que sua mãe não contou”, recorde de público na década, conquistou o público e consolidou uma trajetória marcada por passagens pelo teatro, pela televisão e pelo cinema.
O recifense Flávio Andrade é humorista e ator, conhecido pela versatilidade no palco e pelo humor que mistura situações cotidianas com toques de criatividade e improviso. Com uma trajetória que vai do teatro à comédia stand-up, Flávio faz sucesso nos palcos e na internet – somente no Instagram, são mais de 2 milhões de seguidores – com a habilidade de transformar histórias simples em momentos hilários e memoráveis.

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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