Instituto Yduqs reforça campanhas anuais e celebra mais de 3,9 mil vidas salvas com doações de sangue

Instituto Yduqs reforça campanhas anuais e celebra mais de 3,9 mil vidas salvas com doações de sangue

A doação de sangue segue sendo um gesto essencial para a manutenção da vida e ganha ainda mais relevância no fim do ano, período em que os estoques costumam cair devido às viagens, recessos e menor comparecimento de doadores. Mesmo com o crescimento de 1,9% no número de doações entre 2023 e 2024, segundo o Ministério da Saúde, a participação de apenas 1,6% da população brasileira reforça a importância de campanhas contínuas, já que não existe substituto artificial para o sangue.
Diariamente, pacientes em cirurgias, acidentes, tratamentos oncológicos e doenças crônicas dependem de transfusões. O hematologista pediatra Dáyrton Moreira, professor do Instituto de Educação Médica (IDOMED), lembra que uma única doação pode salvar até quatro vidas. “Estoques estáveis garantem suporte vital a pacientes com anemia grave, leucemias, aplasias e a diversas emergências. É um processo seguro, monitorado e realizado com material 100% estéril e descartável. Quem doa percebe a tranquilidade do procedimento e tende a retornar”, afirma. Para doar, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar ao menos 50 kg, estar alimentado e descansado. Gestantes, pessoas com febre, pós-operatórios recentes, tatuagens ou vacinação devem observar prazos de espera orientados pelos hemocentros.
Mobilização ao longo do ano
Em 2025, o Instituto Yduqs reforçou seu compromisso com a saúde pública ao promover novas ações de incentivo à doação de sangue. Em setembro, mais uma edição do Trote Solidário mobilizou estudantes, docentes e colaboradores em instituições como IDOMED, Ibmec, Wyden e Estácio, em parceria com o Hemocione. As ações incluíram palestras educativas, atendimento de unidades móveis de coleta e campanhas de sensibilização nos campi de todo o país.
Somando as doações das instituições Estácio, Wyden, Ibmec e IDOME, em 2025, foram mais de 1.500 doações. Levando em conta que são salvas 4 vidas por doação cerca de 4 mil vidas foram salvas. “Para nós, do Hemocione, a parceria com o Instituto Yduqs e suas instituições amplia a conscientização e garante que mais pessoas entendam a importância da doação como um hábito. Os períodos de baixa nos estoques acontecem todos os anos, mas quando a sociedade se engaja, especialmente por meio de ações educativas como as realizadas nos campi, conseguimos salvar milhares de vidas. Doar sangue é um ato rápido, seguro e que faz diferença na vida de várias famílias”, afirma, Maria Eduarda Falcão, Diretora Comercial de Faculdades do Hemocione.
“Realizamos, todos os anos, campanhas recorrentes em parceria com as instituições de ensino superior — Estácio, Wyden, IDOMED e Ibmec — e com organizações como o Hemocione, para estimular uma nova geração de doadores regulares. Nosso objetivo é reforçar que um gesto simples como doar sangue salva vidas diariamente. É fundamental manter os estoques abastecidos e garantir assistência a quem mais precisa”, destaca Cláudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo Yduqs.
As iniciativas integram uma agenda contínua do Instituto Yduqs, que busca engajar a comunidade acadêmica e despertar uma nova geração de doadores regulares, ampliando o impacto social das instituições de ensino superior do grupo. Cada doação representa um ato de solidariedade que pode transformar até quatro vidas.

#lermaisnolink @jpcbiroscando @cafecombirosca @redeéfoco #jpcbiroscando #efocoeucurto #pernambucoéfoco www.pernambucoemfoco.com.br https://www.facebook.com/PERNAMBUCOEMFOCO

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

Publicar comentário

You May Have Missed