Aeroportos da Aena no Brasil terão oferta de 2,26 milhões de assentos no final de ano

Volume de passageiros é maior em Congonhas, que chega a quase 1,2 milhão de assentos disponíveis entre 23 de dezembro e 5 de janeiro

Muito procurados durante as férias, os destinos do Nordeste se destacam nesta época do ano. O Aeroporto Internacional do Recife registra maior demanda, com mais de 480 mil assentos, distribuídos em 2.985 voos previstos

Os Aeroportos de João Pessoal e de Maceió já ultrapassaram o número de voos registrados ao longo de 2024. No último novembro, a capital paraibana superou em 100 mil passageiros o total de embarques e desembarques do ano passado. O Zumbi dos Palmares atingiu essa marca no início deste mês de dezembro

Congonhas, em São Paulo, lidera a movimentação prevista para este final de ano, entre os Aeroportos geridos pela Aena no Brasil

19 de dezembro de 2025

Os 17 aeroportos administrados pela Aena no Brasil se preparam para uma movimentação expressiva durante as festas de fim de ano, com a previsão de 13.677 pousos e decolagens e uma oferta total de cerca de 2,26 milhões de assentos. Os dados consideram o período entre os dias 23 de dezembro e 5 de janeiro, abrangendo embarques e desembarques.

O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, lidera o volume de operações, com 7.077 voos programados e uma oferta que se aproxima de 1,2 milhão de assentos. No Nordeste, o Aeroporto Internacional do Recife também se destaca como um importante hub regional, com 2.985 voos previstos e mais de 482 mil assentos disponíveis no período. Além do aeródromo da capital pernambucana, outros aeroportos do Nordeste mantêm elevado fluxo de passageiros durante o Natal e o Ano Novo, após registrarem resultados expressivos ao longo do ano.

Em Maceió, estão previstos 1.005 voos, com uma oferta total de 173 mil assentos. Já o Aeroporto de João Pessoa deve contabilizar 596 operações, com cerca de 102 mil assentos disponíveis. Ambos já superaram este ano toda a movimentação registrada em 2024. Em Aracaju, a previsão é de 450 voos programados, com uma oferta aproximada de 74 mil assentos.

No Centro-Oeste, o Aeroporto de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, terá 356 voos no período, com uma oferta de 63,5 mil assentos. Em Minas Gerais, o destaque é o Aeroporto de Uberlândia, com 406 voos previstos e 51,6 mil assentos disponíveis. No Pará, a maior movimentação entre os aeroportos administrados pela Aena será registrada em Santarém, com 146 voos programados e uma oferta de cerca de 23 mil assentos.

Para atender ao aumento do fluxo de passageiros, a Aena intensificou o planejamento operacional, com reforço das equipes, atenção redobrada aos serviços essenciais e ações voltadas à fluidez dos terminais. As medidas têm como objetivo garantir uma experiência mais confortável, organizada e segura para todos os usuários durante o período de festas.

A Aena recomenda que os passageiros cheguem aos aeroportos com antecedência e acompanhem o status de seus voos junto às companhias aéreas.

Previsão de movimentação nos aeroportos da Aena no Brasil
Período: 23 de dezembro a 5 de janeiro

Aeroporto

Assentos disponíveis

Operações (pousos e decolagens)

Congonhas (SP)

1.197.808

7.077

Recife (PE)

482.396

2.985

Maceió (AL)

173.464

1.005

João Pessoa (PB)

102.184

596

Aracaju (SE)

74.364

450

Campo Grande (MS)

63.544

356

Uberlândia (MG)

51.696

406

Juazeiro do Norte (CE)

32.784

200

Santarém (PA)

23.036

146

Marabá (PA)

18.880

110

Montes Claros (MG)

13.996

126

Carajás (PA)

13.972

90

Campina Grande (PB)

6.472

62

Altamira (PA)

4.872

28

Uberaba (MG)

2.100

28

Ponta Porã (MS)

1.488

12

Corumbá (MS)

 

Total

2.263.056

13.677

Sobre a Aena Brasil
Aena Brasil é marca registrada da espanhola Aena, maior operadora aeroportuária do mundo, responsável pela gestão de 78 aeroportos e dois heliportos em cinco países. A companhia também é líder no Brasil, onde administra 17 aeroportos em nove estados, respondendo por 20% da malha aérea nacional e pela operação de Congonhas, o segundo maior em embarques e desembarques. Em 2024, seus terminais movimentaram mais de 438 milhões de passageiros, sendo 309 milhões na Espanha e 43 milhões no Brasil. Desde 2020, gere os aeródromos de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE) e Campina Grande (PB). Em 2023, assumiu Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Uberlândia (MG), Santarém (PA), Marabá (PA), Montes Claros (MG), Parauapebas (PA), Uberaba (MG), Altamira (PA), Ponta Porã (MS) e Corumbá (MS). Os dois blocos são administrados por diferentes sociedades de propósito específico: Aeroportos do Nordeste do Brasil (ANB) e Bloco de Onze Aeroportos do Brasil (BOAB). Na Espanha, a Aena opera 46 aeroportos e 2 heliportos. É acionista controlador, com 51%, do aeroporto de Londres-Luton no Reino Unido, além de participar na gestão de aeroportos no México (12) e Jamaica (2).

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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