Alfredinho Ibiapina mostra força em Santa Cruz e tem corrida promissora interrompida

Estreante avançou quatro posições na corrida principal quando foi obrigado a abandonar a prova

Alfredinho Ibiapina voltou a mostrar competitividade em sua temporada de estreia na Bradesco Stock Car Pro Series. Neste fim de semana, na sétima etapa, em Santa Cruz do Sul (RS), o piloto de fábrica da Toyota Gazoo Racing, que defende a Full Time, esteve entre os destaques em um dos grids mais equilibrados do ano.

Na classificação, Ibiapina conquistou o 11º tempo, em uma sessão muito acirrada e com velocidades muitos próximas. Com a inversão dos 12 primeiros, Alfredinho largou em segundo na corrida Sprint e terminou na sexta colocação, entre os 29 pilotos, somando mais um bom resultado em sua primeira temporada na principal categoria do automobilismo brasileiro.

No domingo, o piloto fez uma boa largada. Saiu de 11º e já ocupava a sétima posição mostrando ritmo para avançar. Mas, antes de completar a segunda volta o motor do carro quebrou e Ibiapina precisou abandonar. “Infelizmente tivemos essa quebra, mas corridas são corridas e bora para frente. Estamos bem neste nosso ano de estreia”, afirmou Alfredinho Ibiapina.

Mesmo enfrentando adversidades que já o impediram de completar três corridas principais, Ibiapina vem construindo uma temporada consistente. Aos 18 anos e em seu primeiro ano na Stock Car, o piloto já conquistou dois pódios, ambos com o segundo lugar, e segue mostrando velocidade para disputar as primeiras posições.

 

Jornalista responsável: Eni Alves

Fotos: Rodrigo Guimarães

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Quebra do motor tira Ibiapina da disputa principal (2)
(Rodrigo Guimarães)

Carro de Alfredinho Ibiapina
(Rodrigo Guimarães)

Corrida Sprint
(Rodrigo Guimarães)

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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