Canal Brasil celebra os 45 anos de Juliana Rojas com maratona especial

Nesta terça-feira, 23/06, a programação reúne os premiados filmes ‘A Passagem do Cometa’, ‘Trabalhar Cansa’, ‘Cidade; Campo’ e ‘As Boas Maneiras’ em homenagem à cineasta brasileira

No dia 23 de junho, em celebração aos 45 anos da diretora Juliana Rojas, o Canal Brasil exibe uma maratona especial a partir das 21h. A programação reúne os premiados “A Passagem do Cometa”, “Trabalhar Cansa”, “Cidade; Campo” e “As Boas Maneiras”, quatro importantes obras da filmografia da cineasta.

A maratona começa às 21h com o curta-metragem ‘A Passagem do Cometa’. Ambientado em fevereiro de 1986, no momento em que o cometa Halley passa pela Terra, a produção acompanha o interior de uma clínica clandestina de aborto por meio da ótica da saúde e do direito da mulher. Às 21h20, será exibido o longa ‘Trabalhar Cansa’, em que a dona de casa Helena (Helena Albergaria) abre um minimercado, mas acontecimentos estranhos tomam conta do local, ao mesmo tempo em que seu marido Otávio (Marat Descartes) fica desempregado, causando desestabilizações na família.

No premiado ‘Cidade; Campo’, exibido às 23h, Rojas acompanha a vida de duas mulheres que se mudam para lugares opostos: Joana (Fernanda Vianna) segue para São Paulo após um desastre natural destruir a terra onde morava e tenta recomeçar; já Flávia (Mirella Façanha) se muda com sua esposa, Mara (Bruna Linzmeyer), para a fazenda de seu falecido pai, onde tentam se adaptar. A narrativa lança um olhar para diversas histórias sobre migração entre o campo e a cidade, questões de pertencimento, resgate de memórias e incertezas com o futuro.

Em ‘As Boas Maneiras’, exibido à 1h, Ana (Marjorie Estiano) contrata a enfermeira Clara (Isabél Zuaa) para ser babá de seu filho que ainda não nasceu. Ao longo dos meses, Clara passa a apresentar comportamentos estranhos, ao mesmo tempo em que as duas começam um relacionamento amoroso. Tudo muda com o nascimento do filho de Ana. O longa venceu os prêmios de Melhor Longa-Metragem, Melhor Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Melhor Fotografia no Festival do Rio de 2017.

Maratona Juliana Rojas

Horário: Terça, dia 23/06, a partir de 21h

A Passagem do Cometa (2017) (20’)

Horário: Terça, dia 23/06, às 21h

Classificação: Livre

Direção: Juliana Rojas

Sinopse: 1986. Na sala de espera de uma clínica, a recepcionista, uma paciente e uma acompanhante aguardam a passagem do cometa Halley, enquanto a médica enfrenta dificuldades com um dos procedimentos.

Trabalhar Cansa (2011) (99’)

Horário: Terça, dia 23/06, às 21h20

Classificação: 12 anos

Direção: Juliana Rojas e Marco Dutra

Sinopse: Helena é uma dona de casa que resolve abrir um minimercado. Quando o seu marido perde subitamente o cargo em uma grande corretora, tem início um processo de desestabilização da família.

Cidade; Campo (2024) (118′)

Horário: Terça, dia 23/06, às 23h

Classificação: 16 anos

Direção: Juliana Rojas

Sinopse: Cidade; Campo acompanha a história de duas mulheres que transitam entre a vida urbana e rural em busca de um novo começo. Após um desastre natural devastar suas terras, Joana (Fernanda Vianna) foge para São Paulo, onde tenta recomeçar do zero em um ambiente desconhecido. Enquanto isso, Flávia (Mirella Façanha) se muda com sua esposa, Mara (Bruna Linzmeyer), para a fazenda de seu falecido pai, onde ambas enfrentam os desafios de se adaptar à vida no campo. A narrativa explora as transformações e desafios enfrentados pelas protagonistas em meio a novas paisagens e realidades, destacando a luta pela sobrevivência e a busca por identidade em contextos de ruptura e mudança.

As Boas Maneiras (2017) (132′)

Horário: Quarta, dia 24/06, às 1h

Classificação: 16 anos

Direção: Juliana Rojas e Marco Dutra

Sinopse: Ana contrata Clara, uma solitária enfermeira, para ser babá de seu filho ainda não nascido. Conforme a gravidez avança, Ana começa a apresentar comportamentos cada vez mais estranhos e sinistros.

‘A Passagem do Cometa’, ‘Trabalhar Cansa’, ‘Cidade; Campo’ e ‘As Boas Maneiras’

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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