‘Olhe o Mar’: comédia dramática francesa lança trailer nacional

Chris e Antoine têm dificuldades em se entender desde o divórcio. Quando descobrem que o filho Milo de 16 anos tem uma doença rara, tentam deixar o ressentimento de lado. O ex-casal decide levá-lo até a paradisíaca praia de Hossegor para que ele possa ver o mar pela última vez: o adolescente ficará cego.

Este é o mote do drama francês “Olhe o Mar” (“Regarde”), de Emmanuel Poulain-Arnaud (“O Teste”), que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de junho de 2026. Coprodução entre França e Bélgica, o longa tem distribuição da Autoral Filmes. O trailer nacional pode ser conferido no YouTube da distribuidora.

Poulain-Arnaud, que também assina o roteiro, escolheu a comédia para contar uma história de dor e superação familiar. Para isso, ele buscou inspiração em sua própria vida: “Eu sempre parto da premissa de que há luz na tragédia. Quando passei por um câncer cercado pelos meus pais, foi obviamente uma grande reviravolta familiar, mas também criou situações cômicas através do constrangimento e da falta de jeito gerados pelo choque”.

Para o realizador francês, adaptar-se a esse tipo a situações como uma mudança drástica de vida traz à tona uma certa comédia humana e alivia o clima: “Não torna as coisas menos ou mais difíceis, mas deixa espaço para um pouco de leveza”. O casal divorciado é interpretado por Audrey Fleurot, da série “Morgana: A Detetive Genial”, e Dany Boon (“Conduzindo Madeleine”), enquanto o filho que sofre com a perda da visão é vivido pelo jovem Ewan Bourdelles (“Juniors”).

Os pais separados precisam enfrentar suas próprias diferenças diante da cegueira inevitável do filho. “Eles precisam redescobrir o que fortaleceu seu relacionamento e sua família”, explica Poulain-Arnaud. “Conforme faço meus filmes, percebo que é isso que busco, vindo de uma família um tanto quanto fragilizada: a ideia de reencontrar o amor diante das provações da vida”, elabora.

Tradicional ponto turístico do sudoeste francês, a praia de Hossegor serve de cenário para “Olhe o Mar”. O local é conhecido por ser um dos melhores destinos de surfe (e sua modalidade adaptada) na Europa. “É um esporte que realmente atende às pessoas com deficiência visual: o surfe traz muitos benefícios para elas, permitindo que redescubram novos sentidos”, aponta o diretor.

 

“Olhe o Mar” (“Regarde”), de Emmanuel Poulain-Arnaud

Comédia dramática | 2025 | 91 minutos | Verifique a classificação indicativa

Estreia no circuito comercial brasileiro: 4 de junho de 2026

Instagram: @autoral_filmes

“Olhe o Mar” (“Regarde”) Trailer nacional

 

Ficha técnica

Direção: Emmanuel Poulain-Arnaud

Roteiro: Emmanuel Poulain-Arnaud, em colaboração com Julien Rigoulot e Jean-André Yerles

Elenco: Audrey Fleurot (Chris), Dany Boon (Antoine), Ewan Bourdelles (Milo), Nicolas Marié (Papichou), Amalia Blasco (Nina), Camille Solal (Isabelle) e Thomas VDB (Peyo)

Música: Julien Glabs

Cenografia: Charlotte Martin-Favier

Figurinos: Cécile Cenoura-Guiot

Fotografia: Nicolas Gaurin

Som: Guillaume Valeix

Edição: Grégoire Sivan

Produção: Laetitia Galitzine, Émilie Pégurier e Nathalie Toulza-Madar

Produtoras: Chapka Films e Studio TF1 Cinéma, em coprodução com Beside Productions, Société nouvelle de Distribution (SND) e TF1 Films Production

Distribuidoras: Athena Films (Bélgica) e SND (França)

País de produção: Bélgica / Bélgica

Idioma original: francês

Formato: colorido

 

Sobre a Autoral Filmes

A Autoral Filmes, fundada no início de 2025, teve sua origem através dos sócios do Paradigma Cine Arte, Felipe Didoné e sua mãe, Marize Didoné, que desde 2010 mantém a sala de cinema que é uma instituição cultural em Florianópolis (SC).

A Distribuidora vem do desejo dos sócios de ampliar as atividades no mercado do cinema, replicando na distribuição o mesmo conceito de filmes independentes e de arte que formam seu conceito na exibição.

Como seu nome deixa claro, a Autoral Filmes terá seu foco no cinema de autor e em documentários de arte, focando em produções escolhidas a dedo, tanto nacionais como estrangeiras, prezando sempre a alta qualidade dos filmes.

Para Felipe Didoné, diretor da distribuidora, “a Autoral Filmes é a realização de um sonho, de expandir os horizontes para além da distribuição, mantendo a curadoria elegante que sempre foi o diferencial do Paradigma Cine Arte”.

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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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