O Amor que não tem Data Marcada.
Jadson d’Pádua
O Dia das Mães é um espelho.
Numa sociedade que corre para comprar presentes e preparar festas, esquecemos, por vezes, que o amor não é um evento sazonal, mas uma prática diária. Por que reservamos o beijo, o abraço e a escuta atenta apenas para o segundo domingo de maio?
O amor de mãe é um espírito. Ele não se limita ao ventre; ele pousa sobre tios, avós, amigos e protetores que, com a ferocidade de quem defende uma cria, dedicam a vida a cuidar. Essa geração atual, tão “descolada” e por vezes distante, precisa compreender que o chão que pisa foi pavimentado por quem os segurou quando não sabiam andar.
Honrar pai e mãe não é sobre concordar com todos os conselhos ou aceitar o seguro que eles sugerem — é sobre reconhecer a fonte. É sobre entender que, por trás daquele “velho” ou daquela “mãe” que às vezes parece vir de outro planeta, existe um tesouro insubstituível. Que neste dia, a gente não apenas celebre, mas peça perdão pela ausência de ontem e prometa a presença de amanhã. Porque o amor, quando é de verdade, não espera data para acontecer.
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