Pesquisas em PE sobre zumbido no ouvido irão a congressos internacionais

                                                                                                                                                     Zumbido impacta no emocional, no cognitivo e na qualidade de vida

Trabalhos que ampliam o debate científico e relacionam intervenções terapêuticas à condição foram desenvolvidos por alunos do Mestrado Interinstitucional do Centro Universitário Tiradentes  – UNIT

Duas pesquisas em Pernambuco sobre zumbido ganharam destaque em congressos internacionais. Os dois projetos ampliam o debate científico ao considerar, além do aspecto da audição, os impactos emocionais, cognitivos e comportamentais da condição na qualidade de vida dos pacientes. Ambas foram desenvolvidas por alunos do Mestrado Interinstitucional (Minter) em Saúde e Ambiente do Centro Universitário Tiradentes – UNIT, na Imbiribeira.

Os trabalhos que relacionam intervenções psicoterapêuticas em relação ao zumbido serão apresentados no 37th World Congress of Audiology, que será realizado em maio de 2026, em Seul, na Coreia do Sul. Uma das pesquisas também foi classificada para o XXIII Congresso Mundial de Otorrinolaringologia, que acontecerá em setembro, em Istambul, na Turquia.

Os dois trabalhos que serão apresentados em Seul são intitulados: “Clinical Case Report: evolution of the emotional impact of Tinnitus over 12 weeks of Cognitive-Behavioral Therapy (CBT), evaluated using the THI” e “Psychotherapeutic interventions in Tinnitus management: Cognitive-Behavioral and Mindfulness approaches”. Os estudos contam com a coautoria da otoneurologista Lívia Noleto e orientação da Doutora Edna Aragão, com resultados clínicos baseados em intervenções psicoterapêuticas aplicadas no Brasil. A análise envolve, por exemplo, como as consequências do zumbido na saúde, atingindo cerca de 20% da população mundial, sem cura.

Para o coordenador do Minter da UNIT, Carlos Eduardo, essas aprovações representam avanço para a instituição, que se consolida no meio acadêmico-científico com trabalhos de nível de pós-graduação. “Além disso, esse programa de mestrado tem a função de dialogar com as interfaces científicas na área de Saúde e Meio Ambiente, já que o trabalho foi realizado por um psicólogo que está inserido nesse contexto”, explica.

CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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