Prefeitura de Agrestina atualiza piso salarial de professores, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias para 2026

As medidas consolidam a política de valorização do funcionalismo público e asseguram o cumprimento dos pisos nacionais das categorias.

A Prefeitura de Agrestina sancionou, nesta quinta-feira (19), duas importantes leis que garantem a atualização salarial de profissionais da Educação e da Saúde do município. As medidas consolidam a política de valorização do funcionalismo público e asseguram o cumprimento dos pisos nacionais das categorias.

Por meio da Lei Municipal nº 1.758, o município concedeu reajuste de 5,4% aos professores efetivos da Educação Básica da rede municipal. Com a atualização, o valor da hora-aula passa a ser de R$ 25,65. O menor vencimento básico do cargo de professor em efetivo exercício fica fixado em R$ 5.130,63 para jornada de 200 horas-aulas mensais; R$ 4.617,00 para 180 horas-aulas; e R$ 3.847,50 para 150 horas-aulas. Os valores retroagem a 1º de janeiro de 2026 e também contemplam servidores aposentados com direito à integralidade e paridade.

Já a Lei Municipal nº 1.757 fixa em R$ 3.242,00 os vencimentos dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), equiparando o salário da categoria ao piso nacional estabelecido pela Emenda Constitucional nº 120/2022, com efeitos financeiros retroativos a 1º de janeiro de 2026.

As despesas decorrentes das duas leis serão custeadas com recursos previstos no orçamento municipal, incluindo transferências do FUNDEB, receitas próprias, transferências constitucionais e recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme estabelecem as normas orçamentárias vigentes.

Para o prefeito Josué Mendes da Silva, as medidas representam um avanço significativo na valorização dos servidores públicos. “Estamos garantindo direitos, cumprindo os pisos nacionais e reconhecendo o trabalho essencial dos profissionais que cuidam da educação e da saúde da nossa população. É uma gestão que prioriza pessoas, com responsabilidade fiscal”, destacou.
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CAFÉ COM BIROSCA EDIÇÃO 01 - 2026 LEITURA ESTIMADA: 7 MIN CONSULTORIA POLÍTICA & DESENVOLVIMENTO Jadson d'Pádua | Birosca Diretor Presidente & Especialista em Mentalismo EDITORIAL DE ABERTURA Bem-vindos à primeira edição da nossa coluna. No Café com Birosca, acreditamos que a política não começa nas urnas, mas na mente. Nesta estreia, convido você a refletir sobre o alicerce invisível que sustenta grandes lideranças: a mentalidade. Sirva-se de uma xícara e boa leitura. A Mentalidade é o Primeiro Passo: O Alicerce Invisível da Política uitos aspirantes à vida pública acreditam que a jornada começa com a filiação partidária, a formação de uma base eleitoral ou a contratação de uma equipe de marketing. No entanto, em meus anos de consultoria e estudo do comportamento humano através do mentalismo, aprendi uma verdade fundamental: a política começa muito antes, no silêncio da própria mente. Há um abismo colossal entre "querer estar na política" e estar "mentalmente preparado" para ela. O desejo é o combustível, mas a mentalidade é o motor. Sem um motor calibrado, o combustível apenas queima sem direção. Observo frequentemente indivíduos talentosos, com recursos e boas intenções, naufragarem antes mesmo de a campanha começar. O motivo? Fragilidade emocional e falta de autoconhecimento. A expertise que trazemos no Café com Birosca não é apenas sobre estratégias de voto, mas sobre a construção do ser humano por trás do candidato. O mentalismo aplicado à consultoria política nos permite identificar padrões de comportamento, crenças limitantes e gatilhos emocionais que podem ser fatais em um debate ou em uma crise de imagem. O autoconhecimento é a armadura do político moderno. Antes de se expor ao julgamento público — que é implacável e constante —, é preciso ter mapeado suas próprias vulnerabilidades. Quem não conhece suas sombras será dominado por elas diante das câmeras. Uma mente treinada não reage impulsivamente a provocações; ela responde estrategicamente. Essa é a diferença entre um amador e um estadista. Imagine um candidato que, ao ser atacado por um oponente, perde a compostura. Ali, não foi a falta de argumentos que o derrotou, mas a falta de controle mental. Por outro lado, observe as grandes figuras históricas. A resiliência, a capacidade de ler o ambiente e a empatia calculada são frutos de um trabalho interno rigoroso. A mente molda a postura, o tom de voz e até a microexpressão facial que transmite (ou destrói) a confiança. Para aqueles que buscam a reeleição, o desafio mental é outro: evitar a arrogância do poder e a cegueira de gabinete. É preciso manter a mente aberta e conectada às raízes que o elegeram, revisitando sua trajetória com humildade estratégica. Entrar na política sem preparar a mente é como navegar em mar aberto sem bússola. No Café com Birosca, nosso compromisso é oferecer não apenas o mapa, mas ensinar você a © 2026 Café com Birosca. Todos os direitos reservados.

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